"A bordo da Safina, uma cidade-nave em viagem de quatrocentos anos rumo a um novo mundo habitável, gerações de tripulantes mantêm a estrutura funcionando enquanto os ancestrais dormem em criostase. Quando apagões e atos de resistência se multiplicam pelos corredores, o tradutor Iskander Ezz vê sua posição de neutralidade entre a Tripulação e a Administração tornar-se insustentável. Inspirada na Primavera Árabe, esta estreia de ficção científica política explora temas de império, memória, linguagem e revolução por meio de um universo árabe-futurista vibrante e de personagens que se perguntam por que deveriam se sacrificar por um povo e um império dos quais ninguém mais se lembra."
Este é parte do texto de apresentação do romance A República da Memória (The Republic of Memory, 2026), estreia na ficção do jornalista britânico-egípcio Mahmud El Sayed, naquilo que se convencionou chamar de árabe-futurismo – ficção científica inspirada nas culturas árabe e islâmica, com protagonismo árabe.
O livro tem 460 páginas, tradução de Ghabriel Hibraim, e pode ser adquirido em pré-venda no saite da editora Morro Branco, aqui, com data de lançamento agendada para o dia 7 de dezembro.
Este é parte do texto de apresentação do romance A República da Memória (The Republic of Memory, 2026), estreia na ficção do jornalista britânico-egípcio Mahmud El Sayed, naquilo que se convencionou chamar de árabe-futurismo – ficção científica inspirada nas culturas árabe e islâmica, com protagonismo árabe.
O livro tem 460 páginas, tradução de Ghabriel Hibraim, e pode ser adquirido em pré-venda no saite da editora Morro Branco, aqui, com data de lançamento agendada para o dia 7 de dezembro.
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