As editoras Clepsidra e Ex Machina, em parceria com o canal Fantasticursos, abriram uma campanha de financiamento direto para viabilizar a publicação das antologias gêmeas Contos clássicos e lobisomem e Contos clássicos de vampiro, organizadas por Alexander Meireles da Silva, Bruno Costa e Cid Vale Ferreira.
Diz o texto de apresentação da obra: "Nestes dois livros, vocês poderão explorar dezenas de diferentes facetas de duas das principais criaturas que assombram as narrativas de inspiração gótica, terrífica e decadentista em edições de colecionador. Os clássicos, que todo aficionado pelo tema faria bem em incluir em seu repertório de leitura, uma vez que a tradição deriva deles e orbita seus temas e sua estrutura narrativa básica. São importantes tanto como literatura quanto como documentos históricos. Os raros, que até podem ser encontrados em outras publicações de mesmo tema, mas não sem certa dificuldade. Os obscuros, cuja existência até mesmo os especialistas no tema geralmente desconhecem. Muitas vezes, são os contos mais inesperados e surpreendentes das seleções, tornando-as itens de elevado valor e elevada relevância para pesquisadores."
Contos clássicos de lobisomem terá 450 páginas com cinquenta contos de autores de dezoito países, indo de "O castigo de Licáon" (c. 8 d.C.), de Ovídio, e "O conto de Niceros" (c. 60 d.C.), Petrônio, ambos da Roma Antiga, a "Eu vi uma mulher se transformar em loba" (1931), de William Seabrook (EUA) e "O uivo do lobisomem" (1941), de Clifford Ball (EUA), passando por sete textos de brasileiros, como "O lobisomem" (1871), de Luís Guimarães Júnior (Brasil) e "O lobisomem" (1923), de Raymundo Magalhães, entre outras raridades.
Já Contos clássicos de vampiro terá 550 páginas com setenta contos de autores de 26 países, iniciando por "Vida de Apolônio de Tiana " (3 d.C.), de Filóstrato (Grécia Antiga) e "Visum et repertum" (1732), de Johannes Flückinger (Império Austríaco) a "O vampiro" (1920), de Toni Schwabe (Alemanha) e "O vampiro" (1934), de Lily Nicolesco (França/Romênia), contemplando ainda oito textos brasileiros, como "O estudante e os monges" (1859), de Couto de Magalhães, e "A nevrose da cor" (1903), de Júlia Lopes de Almeida.
As traduções são assinadas por uma grande equipe de profissionais: Ana Thereza (latim), Beatriz de Paoli (grego antigo), Bruno Anselmi Matangrano (francês), Bruno Costa (inglês, espanhol e francês), Carlos Primati (inglês), Felipe Vale da Silva (alemão e inglês), Júlia Lobão (italiano), Luciano Dutra (dinamarquês, inglês, norueguês, sueco), Marcelo Paiva de Souza (polonês), Marta Chiarelli (inglês), Pablo Cardellino Soto (espanhol), Rafael Bonavina (russo), Sabrine Ferreira (francês) e Théo de Borba Moosburger (grego e nórdico antigo).
A relação completa dos contos e autores publicados em ambas as edições pode ser vista na página do projeto, aqui. Os livros podem ser apoiados, em conjunto ou separadamente, até o dia 10 de julho de 2026, com envios previstos para fevereiro de 2027.
Diz o texto de apresentação da obra: "Nestes dois livros, vocês poderão explorar dezenas de diferentes facetas de duas das principais criaturas que assombram as narrativas de inspiração gótica, terrífica e decadentista em edições de colecionador. Os clássicos, que todo aficionado pelo tema faria bem em incluir em seu repertório de leitura, uma vez que a tradição deriva deles e orbita seus temas e sua estrutura narrativa básica. São importantes tanto como literatura quanto como documentos históricos. Os raros, que até podem ser encontrados em outras publicações de mesmo tema, mas não sem certa dificuldade. Os obscuros, cuja existência até mesmo os especialistas no tema geralmente desconhecem. Muitas vezes, são os contos mais inesperados e surpreendentes das seleções, tornando-as itens de elevado valor e elevada relevância para pesquisadores."
Contos clássicos de lobisomem terá 450 páginas com cinquenta contos de autores de dezoito países, indo de "O castigo de Licáon" (c. 8 d.C.), de Ovídio, e "O conto de Niceros" (c. 60 d.C.), Petrônio, ambos da Roma Antiga, a "Eu vi uma mulher se transformar em loba" (1931), de William Seabrook (EUA) e "O uivo do lobisomem" (1941), de Clifford Ball (EUA), passando por sete textos de brasileiros, como "O lobisomem" (1871), de Luís Guimarães Júnior (Brasil) e "O lobisomem" (1923), de Raymundo Magalhães, entre outras raridades.
Já Contos clássicos de vampiro terá 550 páginas com setenta contos de autores de 26 países, iniciando por "Vida de Apolônio de Tiana " (3 d.C.), de Filóstrato (Grécia Antiga) e "Visum et repertum" (1732), de Johannes Flückinger (Império Austríaco) a "O vampiro" (1920), de Toni Schwabe (Alemanha) e "O vampiro" (1934), de Lily Nicolesco (França/Romênia), contemplando ainda oito textos brasileiros, como "O estudante e os monges" (1859), de Couto de Magalhães, e "A nevrose da cor" (1903), de Júlia Lopes de Almeida.
As traduções são assinadas por uma grande equipe de profissionais: Ana Thereza (latim), Beatriz de Paoli (grego antigo), Bruno Anselmi Matangrano (francês), Bruno Costa (inglês, espanhol e francês), Carlos Primati (inglês), Felipe Vale da Silva (alemão e inglês), Júlia Lobão (italiano), Luciano Dutra (dinamarquês, inglês, norueguês, sueco), Marcelo Paiva de Souza (polonês), Marta Chiarelli (inglês), Pablo Cardellino Soto (espanhol), Rafael Bonavina (russo), Sabrine Ferreira (francês) e Théo de Borba Moosburger (grego e nórdico antigo).
A relação completa dos contos e autores publicados em ambas as edições pode ser vista na página do projeto, aqui. Os livros podem ser apoiados, em conjunto ou separadamente, até o dia 10 de julho de 2026, com envios previstos para fevereiro de 2027.






