"Em Macanamã não há relógio. O tempo é contado por dois homens que giram um mecanismo caído do céu, caminhando em direções opostas, sem nunca se encontrar. Se um deles morre, a cidade para. E só nesses poucos segundos, quando Chronos cochila, as pessoas se permitem viver. Tereza foi presa por dormir demais. Cumpre pena no galinheiro, a cadeia onde corpos férteis são engravidados sem pausa para sustentar a cidade que proibiu o afeto por atrapalhar a produção. Será que há saída quando o inimigo é o tempo?"
Este é o texto de apresentação de Macanamã: Filhos do deus tempo, novela de fantasia com elementos de ficção científica da paulista Lalita Lopes, estreia da autora na ficção. Seu livro anterior, Cronologia (2017), é uma coletânea poética.
Macanamã tem 78 páginas recebeu uma edição impressa no projeto Rio de Escritores: Vozes do Rio, Letras do Brasil, realizado pelo Instituto Odeon, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro. Contudo, está disponível aqui apenas em edição digital,
Este é o texto de apresentação de Macanamã: Filhos do deus tempo, novela de fantasia com elementos de ficção científica da paulista Lalita Lopes, estreia da autora na ficção. Seu livro anterior, Cronologia (2017), é uma coletânea poética.
Macanamã tem 78 páginas recebeu uma edição impressa no projeto Rio de Escritores: Vozes do Rio, Letras do Brasil, realizado pelo Instituto Odeon, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro. Contudo, está disponível aqui apenas em edição digital,


