quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Em campanha: Poemas do Mundo Encantado; Ruth Salles

"Poemas do Mundo Encantado traz histórias contadas em versos sobre príncipes, princesas, reis, rainhas, castelos, pastores, gigantes, elfos, fadas, bruxas, anões e outros seres mágicos que encantam as crianças. Nele, a poesia primorosa de Ruth Salles se completa com as lindas ilustrações em lápis de cor criadas com muito carinho e inspiração pela ilustradora e professora Laida Morena. Este é o segundo livro de uma coletânea da obra de Ruth Salles para crianças, que estamos publicando organizada por temas. A maior parte é de poemas dela, mas também inclui poemas traduzidos de poetas de outras nacionalidades, que ela selecionava e recriava poeticamente em português."
Este é o texto de apresentação da camapnha de financiamento direto do livro de fantasia Poemas do Mundo Encantado, da poetisa Ruth Salles (1928-2021), segundo de sete volumes de uma coleção dedicada ao centenário da autora, que se comemorará em 2028. O primeiro volume, As Quatro Árvores e outros poemas da Natureza, foi publicado em também em 2026, com ilustrações de Mônica Stein.
Poemas do Mundo Encantado tem 44 páginas, edição pelo Instituto Ruth Salles e pode ser apoiado aqui até o dia 13 de outubro. O primeiro volume pode ser adquirido em um pacote especial junto a este novo volume.

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Em campanha: Contos do fim do mundo, Mila Massuda & Emilio Garcia

Está em campanha de financiamento direto a coletânea Contos do fim do mundo, de autoria da bióloga Mila Massuda e do escritor Emilio Garcia, produzida pela Editora Bloco – fundada pelos autores – e pelo Estúdio INKO do quadrinhista Rapha Pinheiro, que assina as ilustrações e a capa da edição. O volume trará oito contos, cada um deles dedicado ao fim do mundo de alguém. 
Diz o texto de apresentação: "Contos do Fim do Mundo reúne histórias independentes que transitam entre ficção social, suspense e conflitos socioambientais. São histórias sobre desejo e frustração. Sobre aquilo que queremos ter, aquilo que nos ensinaram a querer e aquilo que aceitamos perder pelo caminho. Sobre amor, família, trabalho, desigualdade, medo, culpa, natureza e as pequenas crueldades que aprendemos a chamar de vida normal. Este não é um livro sobre o apocalipse. Ou talvez seja."
Contos do fim do mundo pode ser apoiado aqui até o dia 10 de outubro.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Em campanha: Otogizôshi, Osamu Dazai

"No Japão, durante séculos, histórias populares foram transmitidas de geração em geração: contos de animais astutos, pescadores que visitam reinos submarinos, pardais mágicos e encontros noturnos com demônios dançantes. Essas narrativas, conhecidas coletivamente como otogizōshi, formam um dos pilares da imaginação popular japonesa. Em 1945, enquanto o Japão vivia os últimos e mais devastadores meses da Segunda Guerra Mundial, o escritor Osamu Dazai (1909–1948) decidiu retornar a essas histórias antigas — não para repeti-las como eram conhecidas, mas para recontá-las com humor, ironia e uma profunda consciência da fragilidade humana. Em alguns momentos, o narrador conversa diretamente com o leitor; em outros, questiona as motivações dos personagens ou observa com humor ácido a moral das histórias. Assim, aquilo que antes era um simples conto popular transforma-se em uma narrativa complexa — cheia de ambiguidades, contradições e humanidade. O livro torna-se, assim, um encontro entre três tempos: o passado das narrativas folclóricas japonesas; o presente turbulento do Japão em guerra; e o olhar moderno de um dos grandes escritores do século XX."
Este é parte do longo texto de apresentação de Otogizôshi, do escritor japonês Osamu Dazai, considerado um dos escritores mais importantes da literatura japonesa do século XX. O volume terá cerca de 350 páginas e trará os contos "O velhinho do caroço", "Urashima Tarō", "O tanuki e o coelho" e "O pardal de língua cortada", além de notas explicativas e textos de contextualização. 
O livro está em campanha de financiamento direto pela Laboralivros pelo selo Urso, em edição bilíngue com tradução integral assinada por Victoria Toscani, e pode receber apoios até o dia 9 de outubro.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Em campanha: Maramunhã – O espelho dos gigantes, Evaldo Vasconcelos & Malika Dahil

"Viaje no tempo e descubra jacarés colossais e preguiças-gigantes em um livro infantil fascinante sobre a Amazônia pré-histórica! Guiados pela sábia jabuti Iaretê e pela antiga tartaruga Metá, os pequenos leitores viajam no tempo por duas grandes eras, separadas por milhões de anos: o Tempo do Grande Lago (Mioceno), um imenso mar interno onde nadavam a tartaruga colossal Stupendemys e o poderoso jacaré Purussaurus. E a Era dos Rios e dos Humanos (Pleistoceno), o surgimento do rio Amazonas e a chegada dos primeiros humanos, que coexistiram com o mastodonte Stegomastodon waringi e a preguiça-gigante Eremotherium – que pode ter inspirado o mito do Mapinguari!"
Este é o texto de apresentação do livro infantil de fantasia e ficção científica Maramunhã: O espelho dos gigantes, escrito por Evaldo Vasconcelos e ilustrado por Malika Dahil, com consultoria científica do professor e arqueólogo Iberê Martins e apoio de divulgação do canal Zoomundo.
Trata-se de uma produção incomum com belíssimas ilustrações e que, ainda que traga o viés científico, trata a pré-história da América a partir de uma visão cheia de maravilhamento, com animais reais da megafauna e seres fantásticos da mitologia indígena. 
O volume tem 48 páginas, formato 20x20 cm, produção da Nona Arte e será publicado em edição impressa, PDF digital e teatro kamishibai. Como o projeto foi proposto no modelo "Tudo ou Nada", é necessário arrecadar a meta mínima para ser viabilizado e todo apoio é importante nesta fase da campanha; apoios podem ser efetuados na página do projeto, aqui, até o dia 7 de outubro. 

domingo, 20 de setembro de 2026

Lançamento: Eu, a necromante, André Vianco

"No litoral norte paulista, onde a Mata Atlântica sussurra sobre o mar, um domingo comum vira pesadelo. Riz, uma gerente de projetos anoréxica e refém de uma prima-chefe sem escrúpulos, recebe um chamado urgente: há um cadáver no porão. Na obra à beira-mar, conservado pelo salitre e pelo silêncio de décadas, o corpo espera. Ao vê-lo, algo se rompe dentro de Riz — uma fome antiga, visceral e incompreensível domina seus sentidos e turva sua sanidade. Os ossos falam. Os vagalumes pulsam. E aquela coisa morta parece ter esperado por ela. A ganância da prima pode calar a polícia, mas não pode calar os mortos. Entre visões que atravessam o sono e uma fome que cresce para além de qualquer razão, Riz descobre que foi escolhida — não encontrou o cadáver, foi encontrada por ele. Nessa jornada sombria e sem volta, ela ao menos tem a companhia de um rapaz com traços indígenas e cheiro de maré. Mas o destino é dela. Só dela."
Este é o texto de apresentação da série Eu, a necromante, folhetim de horror do escritor paulista André Vianco, autor bestseller que se notabilizou no gênero, com romances como Os sete e Bento.
Eu, a necromante está disponível unicamente em ebook, em três episódios: Os moradores, com 42 páginas, Ela estava aqui, com 74 páginas, e Mactare, com 43 páginas, com edição do próprio autor.

sábado, 19 de setembro de 2026

Na reta final: O ritual, Adam Nevill

"Quando quatro velhos amigos da universidade partem em uma trilha pela natureza selvagem escandinava, eles pretendiam escapar brevemente de seus problemas diários e se reconectarem. Mas à medida que Luke, o único solteiro e vivendo de forma precária, percebe que tem pouco em comum com seus amigos abastados, as tensões aumentam. Com pouca condição física e experiência entre eles, um atalho para facilitar a trilha se transforma em um cenário de pesadelo que pode custar suas vidas. Perdidos, famintos e cercados por florestas intocadas há milênios, Luke acha que as coisas não poderiam piorar. Mas então eles encontram uma antiga cabana. Artefatos antigos decoram as paredes e há ossos espalhados pelo piso seco. Resquícios de antigos rituais e sacrifícios pagãos por algo que ainda existe naquela floresta. Algo responsável pela presença bestial que acompanha cada passo do quarteto. E enquanto os quatro amigos buscam por uma saída daquela floresta, aprendem que a morte não vem fácil entre essas árvores antigas..."
Este é o texto de apresentação de O ritual, romance de horror do escritor inglês Adam Nevil, originalmente publicado em 2011, ganhador do British Fantasy Award e adaptado para o cinema em 2017, com direção de David Bruckner. 
O romance chega agora ao Brasil em camapanha de financiamento coletivo pela Editora O Grifo, com aproximadamente 260 páginas e tradução de L. F. Lunardello. Apoios podem ser realizados aqui, até o dia 28 de setembro.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Lançamento: A Quimera, Cristhiano Aguiar

"Não é fácil definir a Quimera. É uma área enorme na Paraíba, tomada por uma cor cinzenta, fungos com formas humanas, casebres abandonados e carcaças, aranhas albinas e lagartos de múltiplas cabeças. Seu perímetro é incerto e, quando a pessoa que o adentra se dá conta, já foi atingida pelo vento carregado de esporos. A Quimera, ou 'O Terreno', na linguagem local, nasceu de uma catástrofe biológica nas instalações da empresa Mircalla S.A., dez anos atrás. Nunca se soube ao certo o que a companhia, financiada por civis e militares, estudava ali; após o incidente, os dados da pesquisa desapareceram, talvez ocultados pelas Forças Armadas. Mas o que é, exatamente, a Quimera? Território dominado por fungos sencientes, Chernobyl barroca afligida por um acidente radioativo, fruto de pesadelos? Guias locais ainda conduzem visitantes às terras contaminadas, mas nenhum relato de quem volta é totalmente confiável. Aparelhos de medição não funcionam no local; fotos saem distorcidas. Osman perdeu a mãe para a Quimera. Glória Lins, docente do departamento de Química da Universidade Federal de Campina Grande, foi uma das principais pesquisadoras do laboratório antes do acidente. Desde então, vive em estado de paralisia, descolada da realidade. Agora, ele decide levá-la de volta ao local, na esperança de que a Quimera, com todos os seus mistérios, a traga de volta.
A narrativa, trançada por diferentes pontos de vista e carregada de imagens, aos poucos leva o leitor para dentro do Terreno. E acompanha os devaneios e a loucura de seus personagens, conforme a realidade se reorganiza e se confunde."
Este é o texto de apresentação de A Quimera, primeiro romance do experiente escritor e crítico literáro paraibano Cristhiano Aguiar, que já nos ofereceu a coletânea de contos Gótico Nordestino, publicado em 2022 pela Alfaguara, livro vencedor do Prêmio Clarice Lispector da Biblioteca Nacional.
A Quimera dialoga de forma bastante próxima com alguns importantes textos do gênero da ficção científica, como a trilogia "New Weird" Comando Sul (Aniquilação, Autoridade e Aceitação), e os clássicos Piquenique na estrada, dos russos Arkády e Boris Strugatski, e O mundo de cristal, do britânico J. G. Ballard, nos quais um determinado território torna-se perigoso e imprevisível aos seres humanos devido a algum tipo de influência perniciosa incompreensível. 
A Quimera tem 280 páginas, publicação pelo solo Alfaguara da editora Companhia das Letras e lançamento agendado para o dia 10 de novembro.