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sábado, 18 de agosto de 2012

Montando Pérola Negra

A editora Salvat acaba de distribuir nas bancas da São Paulo o primeiro número da coleção de fascículos Piratas do Caribe: Navegando em águas misteriosas, que vai proporcionar ao colecionador todas as peças para a montagem de uma réplica do navio pirata mais famoso do cinema, o Pérola Negra.
O modelo é exclusivo, todo em madeira e com muitas peças em metal. Quando pronto, terá 80cm de comprimento, 70 de altura e 32 de largura, reproduzindo em escala todos os detalhes do barco original. O fascículo traz instruções passo a passo para a montagem do modelo, além de muitas imagens e informações  sobre a série, incluindo posters gigantes dos personagens.
A coleção terá 100 edições semanais: o primeiro número tem o preço promocional de R$2,90, o segundo custará R$9,90 e os demais, R$26,90.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Pirates of the Barbary Coast

Não é novidade, mas é tão legal que vale a pensa comentar. Conheci há pouco o divertido jogo de estratégia Pirates, produzido pela editora americana Wizkids, cuja versão atual a venda leva o subtítulo de Barbary Coast (Piratas das Caraibas, no Brasil). Trata-se de um jogo tabuleiro — sem o tabuleiro — vendido em pacotinhos similares aos dos conhecidos cardgames.
Cada pacotinho vêm com duas miniaturas de barcos plásticos para montar, um conjunto de moedas, uma ilha de cartão, um minúsculo dado e mais alguns complementos. Com apenas dois pacotinhos já é possível jogar, e o tabuleiro pode ser improvisado em qualquer mesa, apenas distribuindo sobre ela as ilhas, as moedas e os barcos. O objetivo do jogo é capturar todo o tesouro do adversário e, para isso, os barcos terão de usar seus canhões em batalhas épicas.
Pirates já teve outras versões, inclusive uma edição especial com barcos da serie de cinema Piratas do Caribe. A edição atual traz miniaturas de barcos espanhóis, britânicos, franceses, americanos e, obviamente, piratas, que podem ter de um a quatro mastros. As miniaturas são lindas e já valem os R$5,00 que é o preço de cada pacotinho.
Pirates of the Barbary Coast pode ser encontrado em lojas especializadas.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Bandeira negra

Um dos temas dos quais eu recentemente percebi que muito me interessam são os piratas, homens truculentos e temidos que foram inclusive utilizados como armas políticas e de guerra na disputa pelo domínio dos mares nos tempos das grandes navegações.
Glamurizados pelo cinema, alguns piratas tornaram-se, ao olhos do povo, tanto em verdadeiros heróis como nos mais desprezíveis vilões que já respiraram, além de terem inspirado uma enorme quantidade de livros, entre os quais o seminal A ilha do tesouro (1883), de Robert Louis Stevenson, e o aterrorizante O relato de Arthur Gordon Pym, de Edgar Allan Poe. A história da pirataria é repleta de fatos interessantes e a atividade ainda hoje é exercida com grande lucratividade em diversas partes do mundo, permitindo abordagens muito variadas.
A onda favorável de antologia que invadiu as praias do mercado editorial brasileiros nos últimos anos permitiu que se viabilizasse uma antologia exclusivamente dedicada a esse tema. Trata-se de Bandeira negra, organizada por Lino França Jr. e Frodo Oliveira para a Editora Multifoco.
Os autores são Alexandre Matheus Bliska, Álisson Zimermann, Cadu Lima Santos, Carmelo Ribeiro do Nascimento, Cristiana Soares, Flávio de Souza, Ieda Silva Castaldi, Jeff Araújo, Leonilson Lopes, Maria Fernanda Reis Esteves, Maurício Chizini Barreto, MIguel Carqueija, MIlton Lucas Dutkievicz, Rafaela Rocha, Regina Castro, Ronaldo Luiz Souza, Sóira Celestino, Suzy M. Hekamiah, Thomé de Oliveira e Vinícius S. Reidryk.
O lançamento da antologia Bandeira negra acontece no sábado dia 22 de janeiro, a partir das 19 horas, no Espaço Multifoco, que fica na Av. Mem de Sá, 126, no bairro da Lapa, Rio de Janeiro. Uma bem vinda novidade no ambiente literário nacional.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Piratas


Todo princípio de mês, eu passo na minha banca de revistas favorita para pegar os lançamentos do mês e ver as novidades. Fazem parte de minha cesta básica os títulos Full Metal Alchemyst, Mágico Vento, Trigun, Vertigo, Torre Negra e as edições especiais de Tex. Enquanto esperava o vendedor fazer as contas, percebi no alto da estante um livrão de capa preta, lacrado, com o expressivo título Piratas, uma história secreta. Não é exatamente o meu tipo de literatura preferida, mas a capa clamava pela minha atenção.
Ao pegar para dar uma olhada, a grande surpresa: era um livro do meu velho amigo Fernando Moretti, jornalista, tradutor, cartunista, roteirista e escritor que já tive o prazer de trabalhar diversas vezes, tanto como quadrinhista quanto como escritor. Como editor, publiquei-o em vários fanzines e na antologia Vinte anos no hiperespaço, em 2003.
Conheci Moretti nos anos 1970, na Livraria do Gibi do Ademário, na Brigadeiro Luiz Antônio. Na época ele fazia parceria com o ilustrador Nicoletti na produção da série de quadrinhos "Os bandeirantes", na Folhinha. Logo fizemos amizade e foi através dele que eu tive meu primeiro contato com a lengendária coleção portuguesa Argonauta, da qual ele tinha diversos números. Também foi ele quem me apresentou a então recém lançada revista francesa Metal Hurlant, que estava revolucionando a arte dos quadrinhos na Europa e, mais tarde, no mundo inteiro.
Entre 2007 e 2008, período em que Moretti residiu em São Bernardo do Campo, trabalhamos juntos na redação da revista Casual. Na época, ele escreveu diversos artigos curtos para a revista, como por exemplo sociedades secretas e os piratas mais famosos. Moretti disse-me que estava trabalhando num texto longo sobre os piratas, mas que ainda não havia previsão de lançamento.
Então, foi com muita alegria que desembolsei a bagatela de R$19,90 por essa magnífica publicação assinada pela editora Livros Escala. E é uma bagatela mesmo! No formato 22x27cm, com capa plastificada e 176 páginas em papel especial com cores bem impressas, o volume traz diversas pinturas vivíssimas de Rodofo Zalla e de muitos artistas estrangeiros, como Alex Raymond, Howard Pyle e muitos outros, a maioria sem crédito. A parte histórica é a mais longa e interessante, mas também traz seções dedicadas aos piratas no cinema, com muitas fotos da série Piratas do Caribe, e nos quadrinhos.
Não consegui descobrir se o livro já é de 2010 ou ainda de 2009, mas não faz mal. O que interessa é que Fernando Moretti realmente consegue fazer a gente desejar reencontar esses velhos bandoleiros do mar, que ainda são um dos mais expressivos símbolos do homem livre e de sua sua coragem e habilidade em dominar a fúria da natureza.