Sem alarde, já está à venda o terceiro número, Aliens, do periódico literário Revistinha Pulp, inteiramente dedicado à ficção científica, com edição do dramaturgo Saulo Sisnando através do grupo Teatro de Apartamento, que desenvolve a produção e apresentação de peças no gênero.
Aliens tem 88 páginas e traz contos de Abdrei Simões, Breno Torres, Clara Gianni, Fábio de Andrade, Flávio Ramos Moreira, Giuliana Murakami e Lenmarck.
A publicação está disponível para leitores Kindle, mas acredito ser possível lê-lo usando o leitor online Kindle Cloud. As edições anteriores, Terror e Assombração, também estão disponíveis.
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terça-feira, 9 de outubro de 2018
Revistinha Pulp
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sábado, 31 de outubro de 2015
Urinal, o musical
É sempre importante prestigiar a fc no teatro porque é coisa rara por aqui.
Está em cartaz até o dia 14 de dezembro, no Teatro Núcleo Experimental (Rua Barra Funda, 637), em São Paulo, o musical de ficção científica e humor Urinal.
De autoria dos americanos Greg Kotis e Mark Hollmann, e direção de Zé Henrique de Paula – que também traduziu o texto –, Urinal conta o drama dos moradores de uma cidade imaginária onde não chove há vinte anos, não há água nas torneiras e ter banheiros em casa foi tornado ilegal. Para ter acesso a higiene pessoal, a população precisa pagar para usar os banheiros públicos. A crise se agrava quando as tarifas são majoradas pesadamente, criando revolta na população, mas todos os que descumprem a lei são presos e enviados à colônia penal Urinal, de onde ninguém jamais retornou.
No elenco estão Adriana Alencar, Bia Bologna, Bruna Guerin, Caio Salay, Daniel Costa, Fabio Redkowicz, Gerson Steves, Luciana Ramanzini, Nábia Vilella, Paulo Marcos Brito, Roney Facchini, Thiago Carreira e Thiago Ledier. As apresentações acontecem de quinta a domingo.
Mais informações no saite oficial, aqui.
Está em cartaz até o dia 14 de dezembro, no Teatro Núcleo Experimental (Rua Barra Funda, 637), em São Paulo, o musical de ficção científica e humor Urinal.
De autoria dos americanos Greg Kotis e Mark Hollmann, e direção de Zé Henrique de Paula – que também traduziu o texto –, Urinal conta o drama dos moradores de uma cidade imaginária onde não chove há vinte anos, não há água nas torneiras e ter banheiros em casa foi tornado ilegal. Para ter acesso a higiene pessoal, a população precisa pagar para usar os banheiros públicos. A crise se agrava quando as tarifas são majoradas pesadamente, criando revolta na população, mas todos os que descumprem a lei são presos e enviados à colônia penal Urinal, de onde ninguém jamais retornou.
No elenco estão Adriana Alencar, Bia Bologna, Bruna Guerin, Caio Salay, Daniel Costa, Fabio Redkowicz, Gerson Steves, Luciana Ramanzini, Nábia Vilella, Paulo Marcos Brito, Roney Facchini, Thiago Carreira e Thiago Ledier. As apresentações acontecem de quinta a domingo.
Mais informações no saite oficial, aqui.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Hora amarela
É sempre bom ver quando a ficção especulativa dá saltos quânticos no Brasil para outras mídias além dos livros, e este blogue tem todo o interesse em fazer esses registros.É o caso da peça teatral A hora amarela, versão brasileira de Through the yellow hour, escrita pelo dramaturgo norteamaricano Adam Rapp que, depois de uma temporada no Rio, está em cartaz no Sesc Bom Retiro, em São Paulo.
A montagem tem a direção de Monique Gardenberg, com interpretação dBercovicth, Monica Torres e Daniel Infantini. O texto foi traduzido por Isabel Wilker, que também faz parte do elenco.
e Deborah Evelyn, Michel
Trata-se de uma ficção científica que não tem medo de se assumir como tal, e conta a história de Ellen, uma sobrevivente que abriga refugiados no porão de um edifício em uma Nova York arrasada por uma guerra futura, enquanto espera pela volta de seu marido, desaparecido há 52 dias.
Assim como acontece em outras histórias do mesmo perfil, como o dramático romance A estrada (The road), de Cormac McCarty, a peça não se importa em explicar a guerra que devastou a Grande Maçã, antes prefere tratar das relações entre os personagens nessa situação limítrofe.
A temporada vai até 29 de março de 2015, com apresentações sextas às 20h, sábados às 19h, e domingos às 18h. O Sesc Bom Retiro fica na Alameda Nothmann, 185. Não recomendado para menores de 16 anos.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
FC, no palco
Até o dia 15 de dezembro está em cartaz, no Complexo Cultural Funarte São Paulo, a peça Antígona 2084, releitura futurista do clássico de Sófocles no qual a filha de Édipo busca dar um sepultamento digno ao corpo do irmão desaparecido.
O texto é de José Rubens Siqueira e tem, no elenco, Lenita Ponce, Affonso Lobo, Daniel Granieri, Joy Japi, Paulo Carvalho, Lua Tatit, Ailton Rosa, Paulo Britto e Layna Bueno, sob a direção de João Grembecki.
O espetáculo faz parte do projeto "Antígona – repercussão social de uma trajetória artística", parceria entre a Cia Stromboli e o Teatro Cru. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo, que tem sessões às sextas e sábados às 21 horas, e domingos às 20 horas, com recomendação etária de 16 anos. Uma ótima oportunidade de ver ficção científica no teatro, o que é bastante raro.
O Complexo Cultural Funarte São Paulo fica na Alameda Nothmann, 1058, em São Paulo. Mais informações pelo telefone (11) 3662 5177.
O texto é de José Rubens Siqueira e tem, no elenco, Lenita Ponce, Affonso Lobo, Daniel Granieri, Joy Japi, Paulo Carvalho, Lua Tatit, Ailton Rosa, Paulo Britto e Layna Bueno, sob a direção de João Grembecki.
O espetáculo faz parte do projeto "Antígona – repercussão social de uma trajetória artística", parceria entre a Cia Stromboli e o Teatro Cru. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo, que tem sessões às sextas e sábados às 21 horas, e domingos às 20 horas, com recomendação etária de 16 anos. Uma ótima oportunidade de ver ficção científica no teatro, o que é bastante raro.
O Complexo Cultural Funarte São Paulo fica na Alameda Nothmann, 1058, em São Paulo. Mais informações pelo telefone (11) 3662 5177.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Sangue quente
Recebi recentemente do escritor português António de Macedo, um exemplar do seu mais recente livro, O sangue e o fogo, subtitulado Trilogia cênica. Trata-se de uma coletânea com os roteiros integrais de três peças de teatro: "O osso de Mafoma", "A pomba" e "A nova ilusão".O autor informa que as peças "começaram por ser roteiros de filmes que não conseguiram financiamento, e por isso os transformei em peças teatrais. Uma delas foi estreada em palco com bastante êxito, num teatro perto de Lisboa, o Teatro da Malaposta, de reputada tradição".
António de Macedo é cineasta, escritor e dramaturgo com um longo e frutuoso caso de amor com a ficção fantástica e com o fandom brasileiro, e diversos livros de fc&f publicados em Portugal, entre os quais estão Erotosofia e O cipreste apaixonado, já resenhados por este blogue.
O sangue e o fogo tem 256 páginas lindamente encadernadas e foi publicado em 2011 pela editora portuguesa Saída de Emergência, no selo Camões e Companhia: Livros de Culto.
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segunda-feira, 21 de junho de 2010
Tempo de comédia

Ainda que não seja o gênero mais popular do mundo, a ficção científica é bastante fácil de ser encontrada no Brasil, especialmente no cinema e na televisão, mas pode ser vista também nos
livros e nas histórias em quadrinhos com alguma frequência. Contudo, é raríssima no teatro. Muito de vez em quando alguma peça ousa aventurar-se no gênero e raramente aparece no grande circuito da cidade. Por isso eu não podia deixar de registrar aqui a temporada de Tempo de comédia, em cartaz no Teatro Sesi, no Centro Cultural FIESP, até 4 de julho.
Trata-se uma comédia de ficção científica de autoria do dramaturgo britânico Alan Ayckbourn (Comic potential, no original), que parte do princípio que, no futuro, os atores das novelas de televisão serão substituídos por robôs. Uma das máquinas apresenta defeito, mas o autor na novela decide explorá-lo e levar a situação até as últimas consequências.
Apesar de ser uma comédia no estilo pastelão, é clara a inspiração na clássica peça R.U.R. do escritor checo Karel Capek, um dos pioneiros da ficção científica. Em seu texto, Capek tratou da questão de trabalhadores robôs e do acesso aos direitos básicos da existência, que também é o foco de Tempo de comédia.
A montagem brasileira é dirigida por Eliana Fonseca e tem no elenco Julia Carrera, Eduardo Muniz, Bia Borin, Sérgio Rufino, Luciano Gatti, Livia Guerra, Livia Lisboa, Ricardo Ventura, Malu Pessin e Luis Damasceno.
As sessões rolam aos sábados e domingos às 15 horas, mas não haverá espetáculo no dia 20/06 por causa do jogo da Copa.
O Centro Cultural Fiesp fica na Av. Paulista, 1313 e a entrada é franca. É ou não é uma excelente pedida?
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