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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Faroeste para quem gosta

Não é como em outros tempos, mas o faroeste ainda ocupa um lugar importante no espaço editorial de quadrinhos no Brasil. Grandes personagens do passado, como Zorro, Red Rider, Matt Dilon, Bat Masterson, Rocky Lane, Lone Ranger, Cisco Kid e tantos outros, não têm mais títulos nas bancas e alguns são até desconhecidos dos novos leitores, mas pelo menos dois deles seguem firmes e fortes no imaginário do gênero: Tex, do estúdio italiano Sergio Bonelli, e Jonah Hex, da editora americana DC. Ambos frequentam as bancas com alguma regularidade, mais favorável ao personagem italiano, contudo.
Tex, criação de Bonelli e Galepinni, publicado pela Editora Mythos, está entre os quadrinhos mais vendidos no país, com diversos títulos simultâneos nas bancas. Neste momento, chama atenção o número 44 da série Almanaque Tex, na verdade uma antologia com seis histórias curtas do personagem, o que é uma raridade, pois Tex geralmente estrela novelas longas. A edição tem 200 páginas em preto e branco, e as histórias foram produzidas entre 1975 e 1998, todas vistas na extinta coleção Tex e os Aventureiros, sendo a primeira vez que aparecem juntas. O que faz a edição se diferenciar é que cada história vem acompanhada de um texto explicativo com informações e curiosidades sobre sua criação. Os roteiros são assinados por Gianluigi Bonelli e Claudio Nizzi, e os desenhos por Galep, Giovanni Ticci e Fabio Civitelli. A capa, de Cláudio Villa, tem uma interpretação diferenciada, em preto e branco na frente e colorida no verso. Completam a edição, 11 páginas com as todas as capas de Almanaque Tex publicadas até agora. Sem dúvida, uma edição histórica.
Por sua vez, Jonah Hex volta às bancas numa edição especial da série Os Novos 52!, intitulada Grandes Astros do Faroeste: Onde começa o inferno, publicada pela editora Panini. Trata-se da compilação das edições 1 a 6 de All-Star Western, resultando num volume com 180 páginas em cores. O roteiro de Justin Gray e Jimmy Palmiotti, associado aos desenhos de Moritat, conta uma história no estilo weird west passada na Gothan City do século 19. Lá, Hex envolve-se com famigerado pesquisador Amadeus Arkhan e tem que enfrentar um povo estranho e perigoso que vive nos subterrâneos da cidade. A edição também publica histórias com El Diablo, por Jordi Bernet, e Espírito Bárbaro, por Phil Winslade. Com as especulações sobre o possível cancelamento da série de Jonah Hex, pode ser a última chance dos fãs do pistoleiro mais bonito do oeste curtirem uma aventura inédita deste que é um dos poucos quadrinhos norte americanos de faroeste ainda em publicação.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Falta de sorte

Está nas bancas uma nova revista com as histórias do pistoleiro mais feio, sujo e malvado do oeste. Trata-se de Jonah Hex volume 5: Falta de sorte, que apresenta a tradução dos números 25 a 30 da série original, publicada nos EUA pela DC.
A edição tem 148 páginas em cores, com histórias de Justin Gray e Jimmy Palmiotti e desenhos de Jordi Bernet, Russ Heath, Rafa Garres, Giuseppe Camuncoli e John Higgins. Uma revista para quem gosta de histórias movimentadas e bem feitas. Só a arte estilosa de Bernet já justifica plenamente o investimento.
Jonah Hex volume 5: Falta de sorte é uma publicação da Editora Panini e custa R$14,90

domingo, 5 de junho de 2011

Jonah Hex 4

Mais uma edição do nosso pistoleiro favorito chegou às bancas em maio. Jonah Hex: Apenas os bons morrem jovens é o quarto encadernado da coleção, reunindo as edições 19 a 24 do original americano. El Diablo e Bat Lash voltam a dar o ar de suas graças nas histórias do desfigurado caçador de recompensas, que têm os roteiros assinados por Justin Gray e Jimmy Palmiotti, desenhados por David Michael Beck, Phil Noto e Jordi Bernet. Só o trabalho deste último justifica plenamente a aquisição do exemplar, que custa a módica quantia de R$14,90, uma bagatela se considerarmos que a edição tem 148 páginas em cores.
Depois de Texone e Mágico Vento, Jonah Hex é sem dúvida a melhor série de quadrinhos em publicação no país.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Nas bancas

Não é só a literatura que está recebendo boas novidades estes dias, os quadrinhos também têm o que mostrar. Nas bancas já podem ser adquiridos alguns títulos interessantes - pelo menos do meu ponto de vista. O que mais me chamou a atenção foi, de
longe, Jonah Hex: Marcado pela violência, edição da Panini com a história que inspirou o recente filme de cinema com o personagem. Fazia muito tempo que não era publicada uma nova história com o pistoleiro mais mal encarado do velho oeste. A última da qual me lembro foi publicada em 1995 pela Abril Jovem, na revista Vertigo, posteriormente republicada pela Opera Graphica: tinha os dois pés no horror sobrenatural e muita gente não gostou. Desta vez, a história está mais faroeste mesmo, ainda que o brutalismo seja igualmente assustador. A história é de Justin Gray e Jimmy Palmiotti, e os desenhos são do brasileiro Luke Ross, com a participação especial em algumas páginas do veterano ilustrador filipino Tony de Zuniga, que foi o primeiro a trabalhar o personagem nos anos 1970. Uma bela homenagem. O álbum tem 148 páginas em cores, em papel especial e custa R$14,90.
Outro lançamento que eu estava ansioso por adquirir é Who fighter: O coração das trevas, mangá para adultos, publicado pela HQ Maniacs Editora. Trata-se de uma edição única, com uma seleta de três contos de guerra de viés fantástico, de autoria de Seiho Takinazawa. Os desenhos têm um estilo hiperrealista que lembra a série Ás de Espadas, de Ricardo Barreiro e Juan Gimenez, um dos maiores clássicos do gênero. O formato da edição remete ao original japonês, em preto e branco e com a leitura invertida, mas foi produzido com uma capricho superior às edições vulgares de mangás no Brasil, com papel de qualidade e capa cartonada e laminação fosca. Tem 212 páginas e custa R$14,90.