
Está disponível para a audiência o quarto episódio do podcast Podespecular, desta vez dedicado a discutir o sexo na ficção científica. O tema é tão palpitante que a gravação acabou com nada menos que três horas. Talvez isso tenha ocorrido por causa da grande quantidade de participantes e convidados: Paulo Elache, Edgar Smaniotto, Georgiana Calimeris, Jorge Candeias (de Portugal), Carlos Relva, Osiris Reis, Rogério Brito e Mauro Giovanetti. Ao longo de todo o programa, enquanto uns demonstram certo constrangimento com o tema, outros viam em tudo motivo para insinuações ambíguas.
Para ficar menos cansativo, o episódio foi dividido em duas partes de aproximadamente 90 minutos cada, mas não resolve muito. O ideal seria um bom trabalho de edição que condensasse os comentários mais relevantes numa trilha de no máximo 60 minutos. Isso certamente facilitaria a penetração (ui!) do programa entre o público leigo que não tem paciência para um áudio tão longo. Mas, enfim, aí se perderia boa parte da diversão para aqueles que já gozam (ui duplo!) da convivência do fandom há algum tempo. Pelo menos assim ninguém pode dizer que foi muito rapidinha.
O foco do programa devia ter sido a dissecação da antologia Como era gostosa a minha alienígena, organizada por Gerson Lodi-Ribeiro e publicada pela editora Ano-Luz há coisa de uns dez anos, anunciada com ênfase desde os primeiros momentos dos programa. Tanto que dois dos autores da antologia estavam ali presentes - Georgiana e Candeias. Mas, das três horas do programa, apenas cerca de 40 minutos foram efetivamente usados na avaliação do volume, porque a paranoia dos participantes com relação a possíveis spoilers simplesmente inviabilizou qualquer comentário mais significativo, uma pena.
Para ficar menos cansativo, o episódio foi dividido em duas partes de aproximadamente 90 minutos cada, mas não resolve muito. O ideal seria um bom trabalho de edição que condensasse os comentários mais relevantes numa trilha de no máximo 60 minutos. Isso certamente facilitaria a penetração (ui!) do programa entre o público leigo que não tem paciência para um áudio tão longo. Mas, enfim, aí se perderia boa parte da diversão para aqueles que já gozam (ui duplo!) da convivência do fandom há algum tempo. Pelo menos assim ninguém pode dizer que foi muito rapidinha.
O foco do programa devia ter sido a dissecação da antologia Como era gostosa a minha alienígena, organizada por Gerson Lodi-Ribeiro e publicada pela editora Ano-Luz há coisa de uns dez anos, anunciada com ênfase desde os primeiros momentos dos programa. Tanto que dois dos autores da antologia estavam ali presentes - Georgiana e Candeias. Mas, das três horas do programa, apenas cerca de 40 minutos foram efetivamente usados na avaliação do volume, porque a paranoia dos participantes com relação a possíveis spoilers simplesmente inviabilizou qualquer comentário mais significativo, uma pena.
Depois de sobreviver à maratona sexofictícia, aproveite para desfrutar da nova áudiovinheta – ou podsketch como preferem chamar – "O lado negro da farsa", dramatização cômica satirizando a franquia Star Wars, produzida pela equipe do Podespecular. Desta vez, são pouco mais de oito minutos.