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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Picles

Há algum tempo a Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP) retomou algumas de suas atividades, além da organização do Prêmio Ângelo Agostini. O produto mais concreto desta nova fase foi a primeira edição da revista de humor gráfico Picles, cujo número zero foi publicado em 2010 em edição virtual.
Agora, a publicação chega ao formato real. O número 1 da Picles acaba de sair do forno e será lançado nesta quinta-feira, dia 1 de dezembro, a partir das 18h30 na Livraria Comix Boop Shop (Alameda Jaú, 1998, São Paulo).
A edição tem 52 páginas coloridas de cartuns, charges, quadrinhos e caricaturas sobre a Presidenta Dilma, de artistas novos e consagrados. Participam da edição os cartunistas Alisson Affonso, Antônio Amâncio, Bira Dantas, Bruno Aziz, Douglas Fernandes, Eder Santos, Eduardo Simch, Fabiano Carriero, Fabrício Manohead, Fernandes, Fernando dos Santos, Flávio Luiz, Fred Ozanan, Nei Lima, Ohi, Renato Stegun, Rice Araújo, Ronaldo Cunha, Santiago, Sergio Morettini, Siqueira, William MR, Xalberto e Zilson Costa. Muitos deles estarão presentes no evento.
Picles 1 é uma publicação da Editora Laços e custa R$8,90.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Picles

Está disponível para download gratuito a edição de estreia da revista Picles, publicação de humor com quadrinhos e cartuns dos artistas filiados a Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo, a mesma organização
que promove anualmente o Prêmio Angelo Agostini.
Picles publica trabalhos de Bira Dantas, Claudia Carezzato, Douglas Dias, Edgard Guimarães, Edson Pelicer, Elmano, Faoza, Fernando dos Santos, Flávio Luis, Floreal, Juliano, Laudo Ferreira, Marcelo Saravá, Marcos Venceslau, Milton Ferreira, Morettini, Natália Forcat, Paulo Stocker, Rodrigo Bueno, Rodrigo Chica, Salvador, Vasqs, Will, William Martins, Waz e Xalberto.
Contudo, a produção não é profissional. A baixíssima resolução de alguns trabalhos os deixaram ilegíveis ou em fontes tão pequenas que mal se consegue ler os balões ou mesmo a assinatura do artista.
Mesmo assim, é uma publicação muito bem vinda, pois já fazia muito tempo que a AQC-SP não dispunha de um periódico que promovesse o trabalho do cartum brasileiro.