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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Aberst 2019

No último dia 19 de outubro, a Aberst - Associação Brasileira dos Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror anunciou em cerimônia realizada durante a Horror Expo, no Anhembi, em São Paulo, os vencedores da segunda edição do Prêmio Aberst concedido aos melhores romances e contos policiais e de horror publicados no Brasil entre julho de 2018 e junho de 2019. São eles:
Romance policial: Jogo de cena, Andrea Nunes, Editora Cepe;
Romance de Horror: Terra de sonhos e acaso, Felipe de Campos Ribeiro, Editora Martin Claret;
Projeto gráfico: Confinados: Contos de uma noite de terror; Adriana Chaves, org.; Editora Monomito;
Conto policial: "A penúltima morte de Edgar", Cesar Charone, in Simulacro e simulação, Editora Lendari;
Conto de horror: "Sombras no coração", Marcelo Augusto Galvão, in Lovecraftiano Volume 1, edição de autor;
Conjunto da obra: Ruben Fonseca;
Autor revelação: Larissa Prado.
Parabéns aos ganhadores!

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

II Prêmio Aberst

Este pode até não ser o melhor momento da ficção fantástica no Brasil, mas é certo que nunca tivemos tantos prêmios sendo promovidos simultaneamente no fandom. Além do Argos, do LeBlanc e do Odisseia (que estreou em 2019), temos também o Aberst que realiza sua segunda edição em 2019.
Fundada em 2017, a Aberst – Associação Brasileira dos Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror – instituiu o seu prêmio corporativo em 2018, quando foram homenageados as seguintes obras e autores: Romance policial:  O casamento, de Victor Bonini;  Faro Editorial; Romance de horror: Bile negra, de Oscar Nestarez, edição do autor; Novela de horror: O capeta-caolho contra a besta-fera, de Everaldo Rodrigues, edição do autor; Conto policial: "Os crimes das dez pras duas", de Duda Falcão, in Narrativas do medo 2, Copabook, selo Neblina Negra; Projeto Gráfico: O casamento, de Victor Bonini; Conjunto da Obra: Rubens Francisco Lucchetti.
Em 2019, serão seis as categorias apuradas:  Melhor conto/noveleta/novela policial ou de suspense; Melhor conto/noveleta/novela de terror ou horror; Melhor romance policial ou de suspense; Melhor romance de terror ou horror; Melhor projeto gráfico numa obra de terror, horror, suspense ou policial; Melhor autor/autora revelação de terror/horror/suspense/policial; e Prêmio pelo conjunto da obra. Concorrem obras inscritas e publicadas pela primeira vez entre 1 de julho de 2018 e 30 de junho de 2019.
A Aberst promete para o próximo dia 13 de setembro, em suas redes sociais, o anúncio dos finalistas da edição 2019, mas os vencedores serão revelados somente em 19 de outubro, na cerimônia de premiação durante a HorroExpo, em São Paulo.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica 2019

O prestigioso congresso de ficção fantástica Odisseia, criado em 2011 pelos escritores Duda Falcão, Cesar Alcázar e Christopher Kastensmidt, realizou sua sexta edição nos dias 24 e 25 de agosto de 2019, em Porto Alegre, com a presença de um importante contingente de autores, editores e fãs da ficção fantástica brasileira. Além de ser um evento consagrado, Odisseia agora é também chancela de um prêmio que já começa importante, ombreando a representatividade de seus irmão mais velhos, o Argos e o LeBlanc.
A primeira edição do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica roubou a cena no fandom brasileiro em 2019, distribuindo  troféus em sete categorias aos favoritos de um juri composto pelos escritores Christian David, Duda Falcão e Nikelen Witter, selecionados em uma relação de obras publicadas em 2018 especificamente inscritas para o certame. Os vencedores foram anunciados no dia 25 de agosto, em cerimônia oficial durante o evento. São eles:
Narrativa Longa Literatura Juvenil:
Orlando e o escudo da coragem, Ana Lúcia Merege, Editora Draco.
Narrativa Longa Horror:
Nihil, Carolina Mancini, Editora Estronho.
Narrativa Curta Horror:
"Madres", Isabor Quintiere, A cor humana, Editora Escaleras.
Narrativa Longa Ficção Científica:
Corrosão, Ricardo Labuto Gondim, Editora Caligari.
Narrativa Curta Ficção Científica:
A invasão dos macacos, Saulo Adami, Editora DTX.
Narrativa Longa Fantasia:
O auto da maga Josefa, Paola Siviero, Dame Blanche.
Narrativa Curta Fantasia:
Oceano sorvete de uva, Gabriel Cianeto, Editora Multifoco.
Parabéns aos ganhadores.

domingo, 1 de setembro de 2019

Os vencedores do Argos 2019

No dia 13 de julho, durante a Flip em Paraty, o Clube de Leitores de Ficção Científica-CLFC realizou a cerimônia de entrega da edição 2019 do Prêmio Argos, que apontou, na opinião de seus membros, os melhores trabalhos nacionais publicados no Brasil em 2018 (para todos os finalistas, leia aqui).
Na categoria Romance, o vencedor foi A mão que pune: 1890, de Octavio Aragão, publicado pela Editora Caligari. Na categoria Conto, venceu "Sombras no coração", de Marcelo Galvão, publicado na coletânea Lovecraftiano vol. 1, edição de autor. E na categoria antologia, a escolhida foi Fractais tropicais, organizada por Nelson de Oliveira para a Editora SESI-SP.
Parabéns ao vencedores!

domingo, 7 de julho de 2019

Indicados ao Argos 2019

O Clube de Leitores de Ficção Científica-CLFC divulgou os títulos dos finalistas da edição 2019 do Prêmio Argos, que aponta, na opinião de seus membros, os melhores trabalhos nacionais publicados no Brasil em 2018 nas categorias Romance, Conto e Antologia. São eles:

Melhor romance
A mão que pune: 1890Octavio Aragão, Editora Caligari
CorrosãoRicardo Labuto Gondim, Editora Caligari
O auto da Maga JosefaPaola Siviero, Editora Dame Blanche 

Melhor conto
"A noite não me deixa dormir", Camila S. Fernandes, Editora Dandelion
"Entre as gotas de chuva, encruzilhada", Cirilo S. Lemos, Aqui quem fala é da Terra, Editora Plutão
"Sombras no coração", Marcelo Galvão, Lovecraftiana vol. 1, edição de autor 

Melhor antologia ou coletânea 
2084: Mundos cyberpunkLidia Zuin, org., Editora Lendari
Aqui quem fala é da TerraAndré Caniato & Jana Bianchi, orgs., Editora Plutão
Fractais tropicaisNelson de Oliveira, org., Editora SESI-SP

Os vencedores das serão revelados na cerimônia de premiação, no dia 13 de julho de 2019, às 19h30, na Casa Fantástica da Flip na cidade de Paraty. 
Parabéns aos finalistas. 

terça-feira, 21 de maio de 2019

Vencedores do prêmio LeBlanc 2019

No dia 9 de maio aconteceu a entrega da segunda edição do Prêmio Le Blanc para os melhores trabalhos de 2018 nas categorias literatura fantástica, quadrinhos, animação e jogos. A entrega aconteceu durante a Semana Internacional de Quadrinhos (SIQ) na Escola de Comunicação da UFRJ. Eis os vencedores:

Romance nacional: 
Vencedor: Auto da maga Josefa, Paola Lima Siviero, Editora Dame Blanche.
Finalistas: Araruama: O livro das raízes, Ian Fraser (Moinhos); Vera Cruz: sonhos e pesadelos, Gabriel Billy (Avec).
Antologia nacional: 
Vencedor: Fractais tropicais, Nelson de Oliveira, org., Sesi-SP Editora.
Finalistas: Aqui quem fala é da Terra, André Caniato e Jana Bianchi, orgs. (Plutão); Narrativas do medo II,  Vitor Abdal, org. (CopaBooks).
Romance traduzido:
Vencedor: Despertar, Octavia Butler, Editora Morro Branco.
Finalistas: Fogo e sangue, George R. R. Martin (Suma); Hex, Thomas Olde Hevelt (DarkSide); Outsider, Stephen King (Suma).
Antologia traduzida: 
Vencedor: Crônicas de espada e feitiçaria, Gardner Dozois, Editora LeYa Brasil.
Finalistas: Conan, o Bárbaro, livro 2, Robert E. Howard (Pipoca & Nanquim); Edgar Allan Poe Vol. 2 (DarkSide); Sonhos elétricos, Philip K. Dick (Aleph).
Quadrinho independente nacional:
Vencedor: The guardian: Em busca da luz, Gustavo Piacentin. 
Finalistas: Lama, Rodrigo Ramos e Marcel Bartholo. Rio Negro 2, Ikarow Waxwings.
Quadrinho nacional: 
Vencedor: Bartolomeu, Victor Moura, Editora Caligari.
Finalistas: Delirium tremens, Raphael Fernandes (Draco); Justiça sideral: Recomeços, Deyvison Manes e Netho Diaz (Avec).
Quadrinho traduzido:
Vencedor: Mort Cinder, Alberto Breccia, Editora Figura.
Finalistas: Paraíso perdido, John Milton e Pablo Auladell (DarkSide); Um pedaço de madeira e aço, Christophe Chabouté (Pipoca & Nanquim)
Série de tiras nacional: 
Vencedor: Mar menino, Paulo Moreira.
Finalistas: Pocketscomics, Renato Lima; Tê Rex: Spoilerfobia, Marcel Ibaldo; Um sábado qualquer, Carlos Ruas.
Animação nacional:
Vencedor: Superdrags, Combo Estúdio.
Finalistas: Biduzidos (Copa Studio/Mauricio de Sousa Produções); Irmão do Jorel (Copa Studio/Cartoon Network Brasil)
Animação longa: 
Vencedor: Tito e os pássaros, Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar & Andre Catoto Dias. (unanimidade)
Animação nacional curta:
Vencedor: Gravidade, Amir Admoni.
Finalistas: Lé com Cré, Cassandra Reis; Por um som orgânico, Fábio Purper Machado; O homem na caixa, direção Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr; Trip & Treasure, Estúdio Escola de Animação/Baluarte Cultura e Copa Studio.
Animação publicitária: 
Vencedor: "A queda", Zombie Studio/Hospital do Amor.
Finalistas: "Aquarela", DAVID São Paulo/Faber Castell; "Defenda-se", Centro Marista de Defesa da Infância; "Deus salve o rei", Direção Alexandre Romano, Flavio Mac/Rede Globo; "Você faz acontecer", Zombie Studio/Bradesco.
Jogo nacional mobile:
Vencedor: Dandara, Raw Fury.
Finalistas: Let’s zeppelin, Gazeus Games; Until dead think to surviv, Monomyto Game Studio.
Jogo nacional console:
Vencedor: Sword Legacy: Omen, Firecast Studio; Fableware: Narrative Design.
Finalistas: Akane, Ludic Studios; Dandara, Raw Fury.

O Prêmio Le Blanc é uma promoção da Escola de Comunicação da Universidade Federal do
Rio de Janeiro (ECO/UFRJ) e da Universidade Veiga de Almeida (UVA).
Parabéns aos vencedores!

sábado, 30 de março de 2019

Renato Canini (1936-2013)

Um dos mais queridos cartunistas brasileiros, Renato Vinícius Canini nasceu em 22 de fevereiro de 1936, na cidade de Paraí, no Rio Grande do Sul. Desde jovem, interessou-se pela arte do traço e, aos 21 anos, já trabalhava como ilustrador na revista infantil Cacique, publicada pela Secretaria de Educação e Cultura do Estado. Ainda nos anos 1960, participou ativamente da lendária CETPA - Cooperativa Editora de Trabalho de Porto Alegre, iniciativa que tinha como meta a nacionalização do quadrinho brasileiro e contou com o apoio do então Governador Leonel Brizola. Com roteiros de José Geraldo Barreto, Canini desenhava Zé Candango, um cangaceiro que lutava contras os super heróis estrangeiros.
Canini mudou-se para São Paulo em 1967, para trabalhar na revista infantil Bem-Te-Vi, publicada pela Igreja Metodista. Dois anos depois foi contratado pelo estúdio de quadrinhos da Editora Abril, para ilustrar a revista Recreio.
Logo passou a trabalhar com Zé Carioca, personagem popular criado em 1942 por Walt Disney. Aproveitando-se do controle frouxo que a Disney então mantinha sobre os quadrinhos de sua franquia feitos no País, Canini incorporou diversos aspectos da Cidade Maravilhosa às histórias, bem como trejeitos brasileiros ao personagem. Foram cerca de 135 histórias, produzidas entre 1971 e 1977, amplamente apreciadas pelos leitores brasileiros. Mas esse grande sucesso acabou atraindo a atenção da matriz americana, que desaprovou o trabalho, considerando-o demasiado distante do seu padrão original. Por muito tempo, o trabalho de Canini em Zé Carioca ficou proibido de ser republicado, situação que só mudou em 2005, quando a própria Editora Abril homenageou o artista com um volume da coleção Mestres Disney, equiparando-o assim aos ilustradores Don Rosa, Cavazzano, Gottfredson e Romano Scarpa, vistos nos outros volumes dessa coleção.
Em 1974, Canini criou para a revista Crás a sátira de faroeste "Koka Kid", rebatizada depois pelo editor como Kactus Kid. Inspirado na fisionomia de Kirk Douglas, Kactus Kid era um agente funerário que, quando necessário, transforma-se num pistoleiro elegante e boa-pinta, não sem alguma dificuldade, uma vez que tinha que passar pela picada dolorosa de uma agulha para fazer o indefectível furinho no queixo.
Outra criação importante de Canini é o psicólogo Dr. Fraud que, nos anos 1970, chegou a aparecer em várias edições da revista Patota, da Editora Artenova, e publicado em álbum em 1991 pela editora Sagra-DC Luzatto, sempre envolvido com problemas psicológicos dos mais famosos personagens dos quadrinhos.
Em 1978, criou o indiozinho Tibica para participar de projeto de tiras da Editora Abril, que não foi adiante. O personagem seria enfim publicado em 2010 no álbum Tibica: O defensor da ecologia, pela Editora Formato.
Canini também teve trabalhos publicados nos jornais Correio do Povo, Diário de Notícias, O Pasquim e nas revistas Mad e Pancada, entre outras publicações.
Também são seus os livros infantis Cadê a graça que tava aqui? (1983, Mercado Aberto), Um redondo pode ser quadrado? (2007, Formato) e O cigarro e o formigo (2010, Formato). Em 2012, publicou seu último trabalho, o álbum Pago pra ver (IEL/CORAG), reunindo 250 ilustrações sobre o Rio Grande do Sul e os pampas, realizadas ao longo dos últimos trinta anos.
Casado com a também desenhista Maria de Lourdes, Canini sofreu um mal súbito decorrente de um problema cardíaco e veio a falecer no dia 30 de outubro de 2013, aos 77 anos, sendo sepultado no Cemitério Ecumênico São Francisco de Paula, em Pelotas, onde morava.
Entre as muitas homenagens que recebeu ainda em vida, Canini foi agraciado em 2003 com o título de "Grande Mestre" pelo Prêmio HQMix.

Prêmio Le Blanc 2019

Está rolando a votação da segunda edição do Prêmio Le Blanc, promovido pela Universidade Veiga de Almeida em associação com a Escola de Comunicação da UFRJ.
A ação pretende apontar os melhores trabalhos de 2018 nas categorias Literatura Fantástica, Animação, Histórias em Quadrinhos e Games.
A primeira fase da apuração acontece através de uma votação popular pela  internet. Para participar basta clicar na categoria e informar o nome e o email. Não há lista de indicados, a votação é livre e sem qualquer restrição. As únicas regras são: só valem obras publicadas em 2018 e será contabilizado apenas um voto por email em cada categoria.
Os votos serão recolhidos até o dia 14 de abril e os nomes mais votados serão analisados por uma comissão que determinará os vencedores.
O resultado será divulgado no dia 9 de maio de 2019 durante a Semana Internacional de Quadrinhos-SIQ que acontece de 7 a 10 maio na cidade do Rio de Janeiro.

terça-feira, 12 de março de 2019

Prêmio Aliens 2018

O canal Livro Voador Não Identificado, editado por Letícia de Pinho da Silva, organizou e divulgou, há poucas semanas, o resultado da edição 2018 do seu prêmio Aliens para os melhores da literatura de gênero, numa ação realizada entre leitores da plataforma digital Wattpad.
São mais de vinte categorias que, além dos modelos recorrentes da literatura de gênero – policial, terror, fantasia e distopia (também conhecida como ficção científica) –, contemplam o erótico, o dramático e a ficção em geral, embora eu não tenha entendido bem o que isso significa, uma vez que o prêmio também há uma categoria para melhor livro do ano. Há ainda categorias para antologias, ebooks, histórias em quadrinhos, contos publicados como títulos independentes e no próprio Wattpad, além de categorias para melhores autores, capas, vilões e demais protagonistas.
Com tantas categorias em um ambiente tão restrito, foi inevitável repetir o vício de prêmios similares do fandom: recorrência de títulos e o predomínio de uma editora em detrimento de um universo que é muito mais variado, o que revela a segmentação e a impermeabilidade que existe entre os segmentos do fandom e prejudica a representatividade dessas promoções.
A editora afirmou que recebeu cerca de 2000 votos e em sua fanpage apresentou uma série de belos gráficos com alguns dados da promoção. Ainda que não seja uma estatística muito transparente, é bem mais do que os similares fazem e merece congratulações pelo esforço.
A premiação foi divulgada num programa exibido em 11/02/2019, que pode ser conferido aqui.
São estes os vencedores:
Livro
1- Teu pecado, Wellington Budim, Editora Constelação
2- Drako e a elite dos dragões dourados, Paola Giometti, Editora Lendari
3- 2084: Mundos cyberpunks, Lidia Zuin, org., Editora Lendari
Ficção 
1- Drako e a elite dos dragões dourados, Paola Giometti, Editora Lendari
2- 2084: Mundos cyberpunks, Lidia Zuin, org., Editora Lendari
3- Creepy pastas: lendas da internet, Glau Kemp, org., Editora Lendari
Antologia
1- 2084: Mundos cyberpunks, Lidia Zuin, org., Editora Lendari
2- Creepy pastas: lendas da internet, Glau Kemp, org., EditoraLendari
3- Daemonum sigilum: As crônicas da Goécia, Raul Dias, org., Editora Hope
Fantasia
1- Drako e a elite dos dragões dourados, Paola Giometti, Editora Lendari
2- Declínio do reino, Lucas Hargreaves, Editora Sinna
3- Guardiões de sonhos: As portas dos pesadelos, Walter Niyama, Editora Coerência
Terror
1- Creepy pastas: lendas da internet, Glau Kemp, org., Editora Lendari
2- O riso da morte, Débora de Mello, do autor
3- O mistério de Max Owen, Ariel Gomes, do autor
Distopia
1- A missão, Stefani P. Paludo, Editora Hope
2- A ponte, Carol Peace, Editora Lendari
3- O dom da lágrima, Thomas Oden, do autor
Policial
1- Teu pecado, Wellington Budim, Editora Constelação
2- Inferno no Ártico, Claudia Lemes, do autor
3- A seita, Francinaldo Lacerda, Editora Lendoas
Drama
1- A missão, Stefani P. Paludo, Editora Hope
2- Pequena ajuda, Guinho Monteiro, Editora Sinna
3- Uma ilha no Atlântico, Day Fernandes, do autor
Hot
1- Impossível te esquecer, Laurih Dias, do autor/Diário secreto, Marcos Well, do autor
2- Garoto de sorte, Jadi Sand, do autor
3- A redenção, Janice Ghsleri, do autor
Ebook
1- Noite de festa, Mario Bentes, Editora Lendari
2- Suprema, Danilo Morales, do autor
3- Promessa, Ester Baldus, Editora Anjo
Conto de edição independente
1- O dom da amizade, Diego Canuto, do autor
2- A ponte, Carol Peace, Editora Lendari
3- Sencientes, Day Fernandes, do autor
Revelação do Wattpad
1- A liberdade que limita, Stefani P. Paludo
2- Inimigos mortais, J. C. Gray
3- Canções submersas, Lia Cavaliera
Quadrinhos
1- Manual para dias cinzentos, Guilherme Infante, Editora Pulp
2- Ângulo de vista, Rafael Fritzen, Editora Lendari
3- Tirinhas do Rex, Lucas Moreira, Editora Lendari
Capa
1- Teu pecado, Wellington Budim, Editora Constelação
2- Declínio do reino, Lucas Hargreaves, Editora Sinna
3- As sombras de Arkron, Diego Canuto, do autor
Autor
1- Paola Giometti
2- Stefani P. Paludo
3- Lucas Hergreaves
Autor revelação
1- Wellington Budim
2- Stefani P. Paludo
3- Carol Peace
Vilão
1- A missão, Stefani P. Paludo, Hope
2- Declínio do reino, Lucas Hargreaves, Editora Sinna
3- A liga dos corações puros: A chama, Cesar Dabus, Editora Chiado
Personagem principal
1- Drako e a elite dos dragões dourados, Paola Giometti, Editora Lendari
2- A missão, Stefani P. Paludo, Editora Hope
3- Filhos do fogo: Sangue de dragão, Denis Ibañez, Editora Luva
Personagens secundários
1- Drako e a elite dos dragões dourados, Paola Giometti, Editora Lendari
2- A missão, Stefani P. Paludo, Editora Hope
3- Declínio do reino, Lucas Hargreaves, Editora Sinna
Casal
1- Uma ilha no Atlântico, Day Fernandes, do autor
2- O mistério de Max Owen, Ariel Gomes, do autor
3- Declínio do reino, Lucas Hargreaves, Editora Sinna
Amizade
1- Drako e a elite dos dragões dourados, Paola Giometti, Editora Lendari
2- A missão, Srefani P. Paludo, Editora Hope
3- Uma ilha no Atlântico, Day Fernandes, do autor
Parabéns aos vencedores e ao canal Livro Voador Não Identificado, pela iniciativa.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Sergio Toppi (1932-2012)

Intensa. Esta é a melhor definição para a arte de Sergio Toppi, ilustrador milanês falecido no dia 21 de agosto de 2012, pouco antes de completar 80 anos.
Toppi foi um ilustrador de traço impactante, considerado em todo o mundo como um dos maiores mestres dos quadrinhos. Senhor de um estilo moderno e arrojado, que valorizava os espaços brancos, influenciou muitos artistas importantes em todo o mundo, como Bill Sienkiewicz, Walt Simonson e Frank Miller, por exemplo.
Nascido em 11 de outubro 1932, Toppi apaixonou-se pelos quadrinhos em algum momento dos anos 1940, ao ver os desenhos de Dino Battaglia e Hugo Pratt em um exemplar da revista Asso de Picche.
Estudou na Escola de Arte do Castelo, mas não terminou o curso. Antes de se envolver com a arte que lhe daria prestígio, começou fazendo ilustrações publicitárias para a Enciclopedia dei Ragazzi, para a Unione Tipografico-Editrice Torinese, para a editora Mondadori e para a revista Topolino. Também trabalhou produzindo desenhos animados publicitários para a Caroselli Televisivi.
Estreou nos quadrinhos infantis no início dos anos 1960, com a hq Il mago Zurli, publicada no Corriere dei Piccoli. Trabalhou várias vezes com o roteirista Mino Milani, para quem ilustrou a série La Vera Storia di Pietro Micca, também publicada no Corriere dei Piccoli.
Sua grande chance surgiria em 1974, quando foi contratado por Sergio Bonelli para ilustrar Herman Lehmann: L'indiano bianco. Especializou-se então no quadrinho juvenil, publicando histórias avulsas nas revistas Sgt. Kirk e Il Giornalino, entre outras, numa qualidade que lhe valeu um Prêmio Yellow Kid em 1975, recebido no 11º Festival Internacional de Quadrinhos de Lucca.
No ano seguinte, também a convite de Bonelli, começou a ilustrar uma série de três álbuns para prestigiosa coleção Un uomo, un'avventura, com ficções históricas que passariam a caracterizar sua obra.
Entre 1978 e 1980, ilustrou História da França em quadrinhos e A descoberta do mundo para a editora francesa Larousse.
Sérgio Toppi colaborou com algumas das mais importante revistas europeias de quadrinhos, com trabalhos publicados na Linus, Alter Alter, Corto Maltese, L'Eternauta, Comic Art e Ken Parker Magazine. Também são títulos importantes de sua obra os álbuns Sharaz-De* e Il Colezzionista, o único personagem criado por ele.
Mais recentemente, Toppi colaboraria novamente com os estúdios Bonelli, ilustrando histórias para as séries Nick Rider e Julia Kendall, e passaria a ser publicado regularmente na revista francesa Mosquito.
No Brasil, a obra de Toppi foi vista em uma única edição da coleção Um homem/Uma aventura: O homem do Nilo (Ebal, 1978) e na edição nº11 da revista Júlia Kendall, As aventuras de uma criminóloga  (Mythos, 2005). Algumas de suas histórias curtas também puderam ser vistas nas revistas Eureka nº11 (1978) e Eureka Aventura (1977), da Editora Vecchi; Capitão América nº15 (1976) e O Tocha Humana: Blochinho espetacular nº13 (1976), da Editora Bloch. Em 2005, ilustrou as capas das edições americanas da minissérie 1602: New Word, da Marvel Comics, publicada no Brasil no ano seguinte em um único volume na coleção Marvel Apresenta.
Em 2003, o mestre esteve em Belo Horizonte, participando do FIQ - Festival Internacional de Quadrinhos, que abrigou uma bela exposição de seus trabalhos.
Toppi faleceu em Milão, depois de uma longa luta contra o câncer que, apesar de dura, nunca o afastou da prancheta, numa carreira de quase sessenta anos. Entre suas últimas obras estão, pela Edizioni Papel, os portfólios Lo sono l'Erba (2008) e Divertissement (2009), ambos com ilustrações inspiradas na Irlanda, e Luce dell'Est (2012), sobre o Japão medieval. Intensos, como sempre.

* Dois números da série Sharaz-De foram publicados em 2016 e 2017 no Brasil pela editora Figura.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Balada dos rockeiros mortos e anjos caídos

No próximo sábado, dia 23/02, a escritora Márcia Kupstas lança seu novo livro Balada dos rockeiros mortos e anjos caídos, publicado pela editora portuguesa Chiado. O livro está disponível desde novembro de 2018 no saite da editora aqui, mas só agora chega oficialmente ao Brasil.
Kupstas foi bastante ativa no ambiente da fc&f nacional nos anos 1990, quando organizou a série de antologias temáticas da coleção Sete Faces, publicou o romance de ficção científica O demônio do computador – ambos pela da Editora Moderna – e participou de algumas antologias organizadas no fandom.
Diz o texto de divulgação: “O Anjo pode ser considerado uma metáfora do destino, a nossa posição entre o determinismo ou o livre-arbítrio; ouvimos 'a voz do Anjo' e a aceitamos ou nos rebelamos e saímos atrás de outras coisas. O que uma adolescente, Lisboa, mundos paralelos, família disfuncional, venda de drogas, Arte e um anjo têm em comum?"
O lançamento acontece a partir das 16h30 na Livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509, São Paulo) e contará com uma exposição de fotos e bate-papo com a autora.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Mestre das marés

Neste sábado, dia 2 de fevereiro, a partir das 16 horas, o escritor Roberto de Sousa Causo e a Devir Livraria estarão recebendo leitores e amigos na Omniverse Livraria e Hobby Store para o lançamento oficial do livro O mestre das marés, romance de ficção científica no mesmo universo de Glória sombria, livro anterior do mesmo autor. À venda desde outubro de 2018,  este novo romance leva o protagonista Jonas Peregrino em uma missão de guerra num planeta distante contra uma raça alienígena poderosa que detém tecnologias desconhecidas pelo homem e podem desequilibrar o conflito ao seu favor.
Além de Causo, também estará presente ao evento o ilustrador Vagner Vargas, que assina a capa do volume e autografará o poster exclusivo com sua arte que será ofertado a todos os compradores do livro.
A Omniverse fica na rua Teodureto Souto, 624/630, Cambuci, em São Paulo.
Mais informações sobre o trabalho do autor podem ser obtidas no saite Galaxis. O livro também pode ser adquirido pela internet, aqui.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Argos 2018

No dia 1 de dezembro de 2018 aconteceu a premiação do Argos 2018 para os melhores romances, coletâneas e contos publicados em 2017 na opinião dos membros do Clube de Leitores de Ficção Científica-CLFC. A entrega dos troféus aconteceu no Instituto Pallas Athena, em São Paulo, e foi precedida por uma pequena programação de palestras com participação de Carlos Orsi, Lidia Zuin, Cristina Lasaitis, Edgar Smaniotto, Antonio Stanziani, Alexey Dodsworth, Raphael Fernandes, Priscilla Lhacer, Camila Fernandes, Cadu Fonseca, presidente da Associação Mensa Brasil e Clinton Davisson.
O prêmio é apurado através de consulta pela internet aos membros do clube. Uma semana antes do evento, a comissão organizadora divulgou uma lista com os cinco títulos mais votados em cada categoria, mas o vencedor só foi conhecido no dia da entrega dos troféus. São eles:
Romance
Vencedor: Octopusgarden, Gerson Lodi-Ribeiro, editora Draco.
Segundo lugar: Araruama: O livro das sementes, Ian Fraser, Editora Moinhos. Terceiro lugar: Guanabara Real: A alcova da morte, A. Z. Cordenonsi,‎ Enéias Tavares e Nikelen Witter, Editora Avec. Demais finalistas: Ninguém nasce herói, Erick Novello, Editora Companhia das Letras, selo Seguinte; Ordem Vermelha: Filhos da degradação, Felipe Castilho, Editora Intrínseca.
Coletânea
Vencedor: Magos: Histórias de feiticeiros e mestres do oculto, Ana Lúcia Merege, org., Editora Draco.
Segundo lugar: Contos sombrios, Camila Fernandes, Editora Dandelion. Terceiro lugar: Trasgo vol. 1, Rodrigo van Kampen, org., Editora Trasgo. Demais finalistas: Antologia Mitografias vol. 1: Mitos modernos, Leonardo Henrique, Andriolli Costa e Lucas Ferraz, orgs., Editora Mitografias; Comboio de espectros, Duda Falcão, editora Avec.
Conto
Vencedor: A última balada de Bernardo, Fábio M. Barreto, Editora SOS Hollywood.
Segundo lugar: "O desejo de ser como um rio", publicado na coletânea O desejo de ser como um rio e outras histórias, Claudia Dugim, edição de autor. Terceiro lugar: O ouro de Tartessos, Ana Lúcia Merege, Editora Draco. Demais finalistas: "Era uma vez no oeste bizarro", Marcelo A. Galvão, publicado na antologia Magos: Histórias de feiticeiros e mestres do oculto, editora Draco; "Droneboy", Michel Peres, publicado na revista Trasgo 14, Editora Trasgo.
Congratulações a todos os vencedores e finalistas.
Diferente das edições anteriores, o Argos 2018 não entregou um prêmio pelo conjunto da obra e, como sempre, não divulgou a pontuação total dos finalistas, que permitiria uma análise mais apurada do resultado. Mas circulou a informação não oficial que foram recebidos cerca de 70 votos no total. Também não foi divulgado se houve premiação monetária como ocorrido em 2017.
Nota-se nas últimas edições do Argos uma forte tendência em premiar as publicações da Editora Draco e os trabalhos de autores ligados ao CLFC, óbvio reflexo do regulamento do concurso que exige que o votante seja associado ao clube para participar. Apesar de qualquer pessoa poder se filiar, fica evidenciado um componente corporativo que, se não desqualifica os resultados,  pelo menos enfraquece sua representatividade quando observado a partir do ambiente externo ao clube, especialmente no momento tão rico e plural que a fc&f brasileira tem experimentado recentemente.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

As melhores histórias brasileiras de horror

Este é um convite oficial para o lançamento do livro que ajudei a organizar, As melhores histórias brasileiras de horror, publicado pela Devir Livraria.
As melhores histórias brasileiras de horror tem a intenção de mostrar o quão rica e assustadora é esta trajetória, com uma seleção caprichada que vai de 1870 a 2014, ou seja, cobre 144 anos, quase toda a trajetória independente da vida nacional. Procuramos escolher histórias representativas, em especial as que abordam mais de perto a cultura brasileira, além de se destacar pela qualidade literária. Nesse sentido o conjunto dos autores selecionados é demonstrativo do interesse de parte dos melhores autores brasileiros, de diferentes épocas: Machado de Assis, Aluísio Azevedo, Inglês de Sousa, Afonso Arinos, João do Rio, Gastão Cruls, Thomaz Lopes, Tabajara Ruas, Braulio Tavares, Márcia Kupstas, Roberto de Sousa Causo, Júlio Emílio Braz, Carlos Orsi, M. Deabreu, Walter Martins e Gustavo Faraon.
Um mosaico do que a ficção de horror brasileira já fez de mais interessante em cada época, permitindo uma experiência de leitura rica e diversificada. Aparecerão temas como canibalismo, feitiçarias e misticismos, catalepsia, erotismo sobrenatural, fantasmas e assombrações, fim dos tempos, epidemia, rituais pagãos, pactos e possessões, paranoias e conspirações. Um variado leque para despertar a imaginação e deixar os sentidos alertas. Pois o horror poderá estar à espreita em cada linha, em cada página. E certamente em todas as histórias.
Ficaremos felizes com a sua presença.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Prêmio ABERST 2018

Surge um novo prêmio para a literatura fantástica brasileira: o Prêmio ABERST de Literatura, que pretende apurar, através de um corpo de jurados, os melhores nas categorias Conto/noveleta/novela policial ou de suspense; Conto/noveleta/novela de terror ou horror; Romance policial ou de suspense; Romance de terror ou horror; Projeto gráfico numa obra de terror, horror, suspense ou policial; Autor/autora revelação de terror/horror/suspense/policial; e Conjunto da obra.
ABERST é sigla para Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror, entidade idealizada pela escritora Cláudia Lemes que tem como objetivo promover e congregar os autores desses gêneros no país.
A cerimônia de entrega acontece no dia 27 de outubro, às 14 horas, no auditório da Unibes Cultural  (R. Oscar Freire, 2500, São Paulo). Duda Falcão, autor cuja obra está intimamente ligada ao horror, aparece indicado em duas categorias. A lista completa dos indicados pode ser conferida no saite da entidade, aqui.

sábado, 12 de maio de 2018

Os vencedores do I Prêmio LeBlanc

A Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro-ECO/UFRJ e a Universidade Veiga de Almeida-UVA anunciaram, em cerimônia oficial realizada no Rio de Janeiro no último dia 11 de maio, os vencedores do I Prêmio Le Blanc de Arte Sequencial, Animação e Literatura Fantástica para lançamentos em 2017, promoção ligada à Semana Internacional de Quadrinhos-SIQ. 
Diz o texto de divulgação: "André Le Blanc foi um artista haitiano com passagens no Brasil e nos Estados Unidos, cuja obra aqui lhe fez merecedor da Ordem do Cruzeiro do Sul. Além de ter trabalhado com concept design de animação, Le Blanc foi o responsável pelas mais icônicas ilustrações da obra infantil de Monteiro Lobato e um dos nomes mais importantes entre os ilustradores que adaptaram clássicos da literatura brasileira para quadrinhos na revista Edição Maravilhosa, da extinta editora Ebal. O prêmio Le Blanc é uma homenagem a esse grande artista, brasileiro de coração".
O prêmio foi apurado em consulta popular pela internet. São estes os vencedores:
Literatura
- Romance: Guanabara Real: Alcova da morte, Enéias Tavares, Nikelen Witter,‎ Andre Zanki Cordenonsi, Avec;
- Antologia: Mitografias, Vol. I: Mitos modernos, Leonardo Henrique Tremeschin, Andriolli Costa e Lucas Rafael Ferraz, orgs., independente;
- Romance estrangeiro: Jardins da Lua, Steven Erikson, Arqueiro;
- Antologia estrangeira: Mulheres perigosas, George R. R. Martin, org., LeYa/Omelete
Animação
- Série: Irmão do Jorel, Juliano Enrico, Copa Studio;
- Longa: Historietas assombradas (para crianças malcriadas), Victor Hugo Borges, dir., Copa Studio;
- Curta: Trevas à parte, Maurício Maia, dir., Estúdio Escola de Animação;
- Animação publicitária: Abertura Novo mundo; Luciana Jordão/Leonardo Fleuri, dir., Koi Factory.
Histórias em Quadrinhos
- Comercial: A infância do Brasil, José Aguiar, Avec;
- Independente: Necromorfus, Gabriel Arrais e Rafael Vasconcellos Leite;
- Série: Linha do trem, Raphael Salimena;
- Estrangeira: Alena; Kim W. Andersson, Avec.
A grande vencedora foi, sem dúvida, a editora Avec, que emplacou três prêmios em duas categorias. Parabéns aos vencedores.

domingo, 15 de abril de 2018

Prêmio LeBlanc

A Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro-ECO/UFRJ e a Universidade Veiga de Almeida-UVA realizam o I Prêmio LeBlanc de Arte Sequencial, Animação e Literatura Fantástica, promoção ligada à Semana Internacional de Quadrinhos-SIQ, que acontecerá no Rio de Janeiro entre os dias 8 e 11 de maio de 2018.
Desconfio, por afinidade, que o nome do prêmio seja uma homenagem ao ilustrador André LeBlanc (1921-1998), haitiano que migrou para o Brasil e realizou aqui uma bela carreira, indo depois para os Estados Unidos onde trabalhou com Will Eisner e Sy Barry, mas não tenho confirmação oficial dessa informação.
O prêmio é apurado através de consulta popular na internet, nas categorias Histórias em Quadrinhos, Animação e Literatura Fantástica. Para participar, basta clicar nos respectivos links. A votação vai até o próximo dia 30 de abril, e a cerimônia de entrega dos troféus aos ganhadores acontece no último dia do evento. Participe!

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Fantástika 451

Está rolando em São Paulo o Fantástika 451, bem organizado evento sobre literatura fantástica com uma série de ações descentralizadas, e a novidade de transmissões ao vivo pela internet para quem não pode participar presencialmente.
A abertura aconteceu no dia 27/01, no espaço Tapera Taperá, na República, e consistiu em uma palestra de Fabio Fernandes e Claudia Fusco que discorreram sobre o tema "Literaturas fantástikas: a realidade brasileira é uma ficção científica?", com mediação de Ana Rusche. O vídeo está disponível aqui.
No dia 30/01, a atividade aconteceu na FFLCH-USP, na Cidade Universitária, quando Amara Moira, Bruno Anselmi Mantangrano, Elton Furlanetto e Enéias Tavares debateram sobre o "Insólito brasileiro: em busca de um cânone?". A mediação foi de Drielle Alarcon e George Amaral.
No dia 31, foi a vez de um hangout com a brasilianista M Elizabeth "Libby" Ginway que, diretamente dos EUA, conversou com Alfredo Suppia, Ana Rüsche, Elton Furlanetto, Hailey Kaas, Simone Vollbrecht e Thalita Quachio sobre "Literaturas fantástikas brasileiras: arqueologias e especulações". O vídeo da entrevista está disponível aqui.
A programação continuou no dia 1/2, quando Adriana Amaral, Antonio Luiz M. C. Costa, Camila Cerdeira e Rodrigo van Kampen discorreram, via Twitter, sobre "PopFantástika: conversas sobre literaturas com DNA híbrido", com mediação de Vanessa Guedes.
O evento encerra-se no dia 3/2, na Casa das Rosas (Av. Paulista, 37), a partir das 17 horas, com transmissão ao vivo pelo Facebook, com Lady Sybylla, Luana Botelho e Roberto de Sousa Causo debatendo "Quem são nossos monstros?", com mediação de Deborah Happ. Imediatamente a seguir, Aline Valek, Dolores Galindo, Bárbara Prince e Luiz Bras conversarão sobre "Para onde vai essa nave espacial?", com mediação de Marília Ramos. Na oportunidade, será lançado o primeiro número da revista Fantastika 451, cuja capa ilustra este texto.
Mais detalhes, no saite do evento, aqui.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Inaugurando 2018

A Editora @Link convida os leitores da boa ficção científica para o lançamento de dois livros do gênero: Eros ex machina: Robôs sexuais, antologia organizada por Luiz Bras, e a coletânea Às moscas, armas!, do premiado escritor Nelson de Oliveira que ressurge depois de um longo período sabático no Caribe.
Eros é uma seleta com dezoito contos eróticos com robôs, que traz textos de Alex Xavier, Dani Rosolen, Fabio Mariano, Francis Toyama, Gabriel Felipe Jacomel, Gê Martins, Giovanna Picillo, Gláuber Soares, Luiz Bras, Marco Rigobelli, Maria Esther, Mélani Sant’Ana, Nanete Neves, Nathalie Lourenço, Nathan Elias-Elias, Ricardo Celestino, Sonia Nabarrete e Tobias Vilhena.
Em Às moscas, armas!, Nelson de Oliveira retorna aos contos, formato com o qual já publicou diversos livros. O autor, que sempre trafegou entre o realismo e o fantástico, deve ter voltado com as baterias recarregadas plenamente pois a editora anuncia que este é seu melhor livro – e já valeria a pena mesmo que não fosse.
O evento, que contará com a presença siamesa de Bras e Oliveira, está marcado para o dia 24 de fevereiro, das 16 às 20 horas, na Sensorial Discos, Rua Augusta nº2389, em São Paulo, capital.
Vale todo o esforço para comparecer e matar a saudade do bronzeado Nelson de Oliveira, além de adquirir estes dois livros que decerto estarão entre as publicações essenciais da fcb em 2018.
Mais informações na fanpage do evento, aqui.

Up!

No dia 20 de janeiro, fui pela primeira vez ao Up! ABC, evento de cultura pop que acontece anualmente em Santo André, sediado nas dependências da Universidade Anhanguera, que foi completamente ocupada por um público enorme que buscava as atrações da gigantesca programação que incluiu feira de memorabilias, praça de alimentação, palco com shows musicais, palestras, concursos de cosplay, salas temáticas, campeonatos de videogames e muito mais.
O que eu queria visitar era o beco dos artistas, área reservada aos criadores de quadrinhos e literatura, editores independentes e artistas plásticos que ali expõem e comercializam suas criações. Já estava combinado em visitar a mesa dos meus amigos Rynaldo Papoy e Gilberto Queiroz, que me presentearam com quatro fanzines de sua autoria: O sétimo beijo na boca (fantasia), Timeless (fc), Phobia Zine (terror) e Inktober (portfólio de Queiroz), todos muito bem acabados.
Estava lá também o escultor e grafiteiro Rafael Lucena, com que tive o prazer de cursar duas oficinas de toyart alguns anos depois dele ter sido meu aluno numa oficina de quadrinhos. Rafael especializou-se em estátuas de heróis dos quadrinhos e dos games, e é expositor contumaz em eventos dessa natureza. Além deles, muitos outros artistas estavam ali vendendo prints, chaveiros e outros gadgets com seus desenhos, assim como alguns quadrinhistas ofereciam seus álbuns, como Robert Yo, autor do álbum 3.o Mundo – que ainda me presenteou com um exemplar a revista Gibi Quantico –, Eduardo Capelo, autor de Japow!, e os escritores Tiago P. Zanetic (Onze reis: Principia) e Gabriel Davini, que me apresentou a seu futuro romance de fantasia A ruína dourada através de fascículos com trechos da obra.
Deu uma vontade danada de estar ali junto deles, vendendo meus livros e quadrinhos. Talvez eu faça isso mesmo no ano que vem.