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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Fantástica 3

Está disponível a nova edição da revista virtual Fantástica, dedicada a literatura de fantasia nacional.
Nesta edição são abordados os escritores Raphael Draccon, Simone O. Marques, Leandro Schulai, Márson Alquati, Rafael Lima, Luiz Dreamhope, Helena Gomes, Mandy Porto, Vincent Law, Eric Novello, M.D. Amado, Celly Borges, Nana B. Poetisa, Dhyan Shanasa e Nelson Magrini, além de artigos sobre a IV FantastiCon, a Bienal do Livro de São Paulo e outros assuntos ligados ao gênero.
A edição, que tem 124 páginas, pode ser visualizada on line aqui, ou então baixada em arquivo pdf, aqui.
A revista ainda mantém um podcast com entrevistas e batepapos com autores do gênero.
Muitas horas de entretenimento para os fãs de fantasia feita por brasileiros.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Fantástica 2

Está disponível para visualização online a segunda edição da revista digital Fantástica, dedicada a divulgar o trabalho dos autores brasileiros de fantasia.
A edição destaca na capa o impacto dos ebooks no mercado de livros e aborda, no conteúdo editorial, os trabalhos de Martha Argel, Bruna Longobucco, Rafael Lima, Victor Maduro, Leonardo Brum, Márson Alquatti, Orlando Paes Filho, Andres Carrero Fumega, Carlos Orsi, Georgette Sillen e Leandro Schulai. Traz ainda artigos assinados por Hugo Fox, Georgette Sillen, Celly Borges, Nana B. Poetisa, Nelson Magrini, Leandro Schulai, Luiz Ehlers, C. N. David, Isabella Pina, Cristiano Rosa e Dhyan Shanasa. Um time e tanto. A novidade é a estreia da Livraria Fantástica, loja virtual de descontos especializada em literatura fantástica brasileira.
A revista disponibiliza versões lite das edições publicadas para serem baixadas em pdf, mas os arquivos não abrem adequadamente no PC, infelizmente. Mas dá para ler a versão online numa boa.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Fantástica


Como eu dizia no último post, parece que a mais nova estratégia da FC&F nacional é mesmo investir em material promocional, já que se depender das editoras não vai rolar nada mesmo.
Acaba de ser publicada mais uma revista que se apresenta dedicada à literatura fantástica e, não por acaso, chamada exatamente Fantástica. Trata-se, de fato, de um saite com interface de revista, que podemos manipular através do mesmo engine usado por outra revista digital que comentei aqui há poucos dias, a mainstream Machado.
Fantástica é uma publicação de boa aparência, ainda que com um indisfarçável toque amadorístico na edição de arte. Mesmo assim, eu ficaria bastante feliz se ela tivesse sido publicada em papel, mas sei que isso seria impossível.
Editada por Luiz Ehlers, Felipe Pierantoni e Dhyan Shanasa, tem 86 páginas em cores, com resenhas de alguns livros (coincidentemente, dos próprios editores), entrevistas e artigos sobre o estado da arte fantástica. Alguns autores destacados são Nelson Magrini, André Vianco e Victor Maduro, entre outros.
Confesso que fiquei um pouco constrangido com a seção "E se fosse filme", em que a revista sugere um elenco de atores reais para uma imaginária versão filmada do romance Filhos de Galagah, de Leandro Reis, mais ou menos como a extinta revista Wizard fazia com os super-heróis.
Contudo, a grande falha da revista é não tratar o ambiente editorial com isenção. Percebe-se claramente a intenção de estabelecer um perímetro defensivo, fixado num grupo de influência bem específico, uma óbvia estratégia de mercado para se fazer visível num fandom que tem hoje, se muito, dois mil consumidores regulares e não consegue absorver a expansão voluptuosa de títulos lançados nos últimos dois anos.
Apesar de todos dizerem que isso é natural e que o próprio mercado vai separar o joio do trigo, coisa e tal, ninguém quer arriscar ficar no lado perdedor. Então, podemos nos preparar para a estreia de outras revistas nos próximos meses, cada uma erguendo suas próprias bandeiras.
Não é a primeira vez que isso acontece. Há alguns anos, duas editoras nacionais disputaram nas bancas os leitores de FC&F, um mercado que sequer existia, e o resultado dessa briga foi o desaparecimento instantâneo das duas propostas, seguido de um longo período de decadência geral do fandom. Tomara que, desta vez, as coisas sejam realizadas com mais responsabilidade.