
Mas nem aí os autores brasileiros têm vida fácil, pois começam a desembarcar por aqui trabalhos estrangeiros com adaptações de textos da literatura mundial, como é o caso de O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, ilustrado por Stanislas Gros, traduzido pelo selo Quadrinhos na Cia da Companhia das Letras.
A obra adapta para a arte sequencial o clássico romance de horror no qual um belo jovem vive desregradamente enquanto um quadro pintado com a sua fisionomia envelhece em seu lugar.
O romance, originalmente publicado em 1891, é o único escrito por Wilde e escandalizou a sociedade vitoriana à época.
O álbum tem 72 páginas coloridas e um trecho pode ser lido aqui.
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