"No ano de 2978, Anayo vive com sua avó Ayodele na aldeia de Akintoye. A menina estranha o apego da avó, a maior cientista da aldeia, às histórias do passado, enquanto as novas gerações parecem cada vez mais distantes de suas origens. Diante disso, Ayodele é convocada pelo conselho da aldeia a criar algo capaz de restabelecer esse vínculo. Surge então o Oriki, uma tecnologia que conecta quem a utiliza às memórias de seus antepassados. Ao experimentar essa invenção, Anayo descobre que imaginar o futuro não significa deixar o passado para trás, mas reconhecer nas histórias herdadas os caminhos que ainda estão por vir."
Este é o texto de apresentação do livro infantil Oriki, ficção científica afrofuturista que inaugura o gênero na editora. Trata-se de um livro ilustrado, de 32 páginas, com texto do escritor paulista Henrique André, que já teve outras obras afrofuturistas editadas, inclusive pela Kitembo – editora especialista no gênero –, e as belas ilustrações do também paulista Rafael Calça, que tem no currículo os prêmios Jabuti e HQMix, e deu à narrativa contornos de uma história em quadrinhos.
Uma ótima porta de entrada para formação de jovens leitores no gênero.
Este é o texto de apresentação do livro infantil Oriki, ficção científica afrofuturista que inaugura o gênero na editora. Trata-se de um livro ilustrado, de 32 páginas, com texto do escritor paulista Henrique André, que já teve outras obras afrofuturistas editadas, inclusive pela Kitembo – editora especialista no gênero –, e as belas ilustrações do também paulista Rafael Calça, que tem no currículo os prêmios Jabuti e HQMix, e deu à narrativa contornos de uma história em quadrinhos.
Uma ótima porta de entrada para formação de jovens leitores no gênero.

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