Depois de décadas ausente das livrarias, o popular personagem criado por Edgar Rice Burrougs retorna ao mercado com uma caprichada edição da Zahar.
Tarzan, o filho das selvas, originalmente publicado em 1912, é primeiro romance de uma bem sucedida série que fez furor em várias mídias ao longo de todo o século 20. Recebeu da Zahar um tratamento de luxo, com 336 páginas, tradução de Thiago Lins e uma edição comentada e ilustrada com 40 desenhos do imortal Hal Foster, além de notas e cronologia da vida e obra de Burrougs.
A história conta como um menino nascido em plena selva sobrevive aos seus pais sendo criado por um bando de macacos muito espertos, e como, já na adolescência, é confrontado por natureza quando um grupo de exploradores aparece na região, entre eles a jovem e bela Jane, que desperta sensações incomuns no selvagem. Resgatado mais tarde por outro explorador, Tarzan aprenderá a falar as línguas humanas e descobrirá que além de ser homem, é herdeiro de uma grande fortuna, que ele irá reclamar. A história é muito conhecida e já teve dezenas de adaptações tanto para o cinema como para a tv e os quadrinhos.
A edição da Zahar é bastante incomum no atual momento editorial brasileiro, já que o texto ainda não está em domínio público (isso só acontecerá em 2020, quando completar 70 anos da morte do autor), o que talvez indique não ser este o prenúncio da republicação de toda a coleção, o que é uma pena. Afinal, aprendi a gostar de ficção fantástica com os livros de Tarzan e nunca consegui ler todos eles – a coleção completa tem 24 volumes e não foi totalmente publicada no País. Muitos deles só conheço por sua adaptação para os quadrinhos, que são fabulosas, mas não chegam a ombrear o impacto do texto original.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Tarzan renasce
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Fantasma vai à guerra
Um ano depois, chega às bancas o volume 2 da coleção Fantasma, da editora Pixel/Ediouro.
Finalmente temos uma história diferente, que não replica mais uma vez a clássica "Os piratas do céu", que é boa, mas já teve republicações que bastem no passado recente.
Esta segunda edição apresenta a aventura completa "Fantasma vai à guerra", originalmente publicada em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, que mostra como o herói dos quadrinhos enfrenta a invasão de Bengala pelas forças japonesas.
O álbum tem 132 páginas em cores, com roteiro de Lee Falk e desenhos de Ray Moore e Wilson McCoy. Sei que alguns leitores do personagem não curtem o traço minimalista de McCoy, mas eu sou um de seus fãs e fiquei muito empolgado ao reencontrá-lo nas bancas. Pena que o colorido adotado pela editora tire boa parte de seu charme. Mesmo assim, é uma edição muito recomendável.
Finalmente temos uma história diferente, que não replica mais uma vez a clássica "Os piratas do céu", que é boa, mas já teve republicações que bastem no passado recente.
Esta segunda edição apresenta a aventura completa "Fantasma vai à guerra", originalmente publicada em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, que mostra como o herói dos quadrinhos enfrenta a invasão de Bengala pelas forças japonesas.
O álbum tem 132 páginas em cores, com roteiro de Lee Falk e desenhos de Ray Moore e Wilson McCoy. Sei que alguns leitores do personagem não curtem o traço minimalista de McCoy, mas eu sou um de seus fãs e fiquei muito empolgado ao reencontrá-lo nas bancas. Pena que o colorido adotado pela editora tire boa parte de seu charme. Mesmo assim, é uma edição muito recomendável.
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Horror e fc alto astral
Os simpáticos cenobitas, seres bizarros supradimensionais criados pelo escritor britânico Clive Barker para o clássico filme Hellraiser: Renascido do inferno e suas sequências, são por certo uma das melhores ideias que o gênero do horror já apresentou aos fãs. No final dos anos 1980, os personagens conheceram uma breve e memorável encarnação da franquia nos quadrinhos, publicada parcialmente no Brasil pela Editora Abril, além de algumas edições especiais que chegaram ao Brasil de modo algo heterodoxo, se é que vocês me entendem. Mas esses tempos tenebrosos são coisa do passado.
A editora Alto Astral, que tem uma boa presença no mercado de revistas de culinárias e saúde, escolheu justamente Hellraiser para reforçar seu catálogo de quadrinhos. Trata-se de Hellraiser: The dark watch, publicada nos EUA em 2012 pela Boom! Studios, com roteiros do próprio Clive Barker e Brandon Seifert, e desenhos de Tom Garcia.
A série é formada por álbuns de 112 páginas, cada um com quatro capítulos de uma história no mundo dos cenobitas, em que reencontramos o cubo Lamento, Pinhead e seus amiguinhos. A editora promete a segunda edição para junho; a terceira ainda está por ser publicada nos EUA.
Outro título de interesse da editora Alto Astral, desta vez para quem gosta de ficção científica, é a minissérie Robocop: Beta, inspirada no novo filme da franquia, dirigido por José Padilha. Trata-se de uma coleção de 4 edições independentes, de 24 páginas cada, também publicada nos EUA pela Boom! e com um preço bem camarada. Vale a pena conferir.
A editora Alto Astral, que tem uma boa presença no mercado de revistas de culinárias e saúde, escolheu justamente Hellraiser para reforçar seu catálogo de quadrinhos. Trata-se de Hellraiser: The dark watch, publicada nos EUA em 2012 pela Boom! Studios, com roteiros do próprio Clive Barker e Brandon Seifert, e desenhos de Tom Garcia.
A série é formada por álbuns de 112 páginas, cada um com quatro capítulos de uma história no mundo dos cenobitas, em que reencontramos o cubo Lamento, Pinhead e seus amiguinhos. A editora promete a segunda edição para junho; a terceira ainda está por ser publicada nos EUA.Outro título de interesse da editora Alto Astral, desta vez para quem gosta de ficção científica, é a minissérie Robocop: Beta, inspirada no novo filme da franquia, dirigido por José Padilha. Trata-se de uma coleção de 4 edições independentes, de 24 páginas cada, também publicada nos EUA pela Boom! e com um preço bem camarada. Vale a pena conferir.
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Senna: Vinte anos do mito da velocidade
O Brasil tem poucos heróis. Dentre eles, os do esporte são os mais lembrados, principalmente aqueles que deram aos brasileiros a alegria de se sentirem os melhores do mundo, como Garrincha, Pelé, Romário, Ronaldo, Guga, Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet, por exemplo. Mas o fato é que a maior parte deles não é unanimidade. Talvez a única exceção seja Ayrton Senna, três vezes campeão da maior categoria do automobilismo mundial, a Fórmula 1, que em vida foi um fenômeno midiático do porte de um membro da família real britânica. Senna foi elevado a categoria de mito no dia 1º de maio de 1994, quando toda a sua habilidade não foi suficiente para vencer a curva Tamburello, no GP de Ímola.
Senna tornou-se personagem de quadrinhos ainda em vida, quando foi lançada a revista infantil Senninha – coisa que Pelé também já teve –, mas faltava ao leitor brasileiro o acesso a um quadrinho mais sofisticado, que desse dignidade a carreira vitoriosa desses atletas maiúsculos. Não que isso já não tenha sido feito. Durante sua passagem pela escuderia McLaren/Honda, Senna tornou-se ídolo no Japão, e lá recebeu uma série de quadrinhos muito bem feita, que segue inédita no Brasil.
Coube a editora Autêntica, através do selo Nemo, dedicado à publicação de quadrinhos europeus, a tarefa de trazer ao país um emocionante e bem realizado álbum semi-documentário sobre a careira de Senna, que talvez seja o único herói unânime no País. Criação de uma inspirada equipe franco-belga formada pelo jornalista Lionel Froissart no roteiro, e os ilustradores Christian Papazoglakis e Robert Paquet (ambos do estúdio Graton, responsável pelas histórias de Michel Vaillant), Ayrton Senna: A trajetória de um mito homenageia os vinte anos do desaparecimento de Senna, com uma história que inicia com ele, ainda criança, disputando as primeiras corridas de kart, sua eterna busca pela perfeição e a gana por sempre vencer, passando pela estreia na F1, na pequena equipe Toleman, debaixo da chuva torrencial do histórico GP de Mônaco de 1984, quando disputou a chegada com ninguém menos que Alain Prost que seria, dali em diante, seu maior rival no esporte.
A hq segue contando outros fatos importantes, incluindo o seu tricampeonato mundial, sempre com desenhos de uma precisão histórica, sem perder a dinâmica vertiginosa das corridas de automóveis, que lembram os melhores exemplos do gênero nos quadrinhos. Uma amostra do excepcional trabalho pode ser apreciada aqui.
Ayrton Senna: A trajetória de um mito tem 48 páginas em cores e é publicado sob parceria com o Instituto Ayrton Senna.
Senna tornou-se personagem de quadrinhos ainda em vida, quando foi lançada a revista infantil Senninha – coisa que Pelé também já teve –, mas faltava ao leitor brasileiro o acesso a um quadrinho mais sofisticado, que desse dignidade a carreira vitoriosa desses atletas maiúsculos. Não que isso já não tenha sido feito. Durante sua passagem pela escuderia McLaren/Honda, Senna tornou-se ídolo no Japão, e lá recebeu uma série de quadrinhos muito bem feita, que segue inédita no Brasil.
Coube a editora Autêntica, através do selo Nemo, dedicado à publicação de quadrinhos europeus, a tarefa de trazer ao país um emocionante e bem realizado álbum semi-documentário sobre a careira de Senna, que talvez seja o único herói unânime no País. Criação de uma inspirada equipe franco-belga formada pelo jornalista Lionel Froissart no roteiro, e os ilustradores Christian Papazoglakis e Robert Paquet (ambos do estúdio Graton, responsável pelas histórias de Michel Vaillant), Ayrton Senna: A trajetória de um mito homenageia os vinte anos do desaparecimento de Senna, com uma história que inicia com ele, ainda criança, disputando as primeiras corridas de kart, sua eterna busca pela perfeição e a gana por sempre vencer, passando pela estreia na F1, na pequena equipe Toleman, debaixo da chuva torrencial do histórico GP de Mônaco de 1984, quando disputou a chegada com ninguém menos que Alain Prost que seria, dali em diante, seu maior rival no esporte.
A hq segue contando outros fatos importantes, incluindo o seu tricampeonato mundial, sempre com desenhos de uma precisão histórica, sem perder a dinâmica vertiginosa das corridas de automóveis, que lembram os melhores exemplos do gênero nos quadrinhos. Uma amostra do excepcional trabalho pode ser apreciada aqui.
Ayrton Senna: A trajetória de um mito tem 48 páginas em cores e é publicado sob parceria com o Instituto Ayrton Senna.
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Zumbis atacam no Rio e em Sampa
Com o interesse criado na mídia por histórias com os misteriosos mortos-vivos antropófagos, que gerou no País pelo menos uma antologia de contos de autores nacionais (Zumbis: Quem disse que eles estão mortos?, 2010, All Print), entre outros títulos literários, nossos calados amiguinhos protagonizam agora dois álbuns de quadrinhos produzidos com todo o capricho.
Imagine (zumbis) na Copa é uma novela gráfica de Felipe Castilho e Tainan Rocha, publicada pelo novíssimo selo GiBiz da editora Giz. O título, que faz uma brincadeira com um meme da internet, já entrega mais ou menos o que o leitor vai encontrar, o que, certamente, é uma coisa que a Fifa não autorizaria, ainda mais durante a partida final num Maracanã lotado. Se é possível imaginar algo pior que o maracanazo de 1950, deve ser isso.
Apesar do cenário, ambos os artistas são de São Paulo. Castillho é autor de dois livros recentes que trabalham com mitologia brasileira: Ouro, fogo & megabytes e Prata, terra & Lua cheia , ambos pela editora Gutenberg. Rocha, que publicou de forma independente a coletânea poética Máquina de sujar, tem neste álbum seu primeiro trabalho autoral como ilustrador.
Imagine (zumbis) na Copa tem 48 páginas e pode ser encontrado nas gibiterias.
São Paulo dos mortos é uma coletânea de 96 páginas com cinco histórias curtas, cada uma delas com um tema e um ilustrador diferente, embora sejam todas de autoria do experiente e premiado roteirista Daniel Esteves, criador da série Nanquim descartável.
As histórias mostram episódios mais ou menos independentes, em uma São Paulo tomada pela praga, tendo entre seus cenários o Metrô, a Cracolândia, o Itaquerão e o Palácio dos Bandeirantes. O trabalho de arte foi distribuído entre Al Stefano, Alex Rodrigues, Ibraim Roberson, Laudo Ferreira, Omar Viñole, Samuel Bono, Wagner de Souza, Wanderson de Souza e Jozz.
A edição é assinada com o selo Petisco do Estúdio HQ em Foco, e foi financiada pelos leitores através do saite Catarse.
Imagine (zumbis) na Copa é uma novela gráfica de Felipe Castilho e Tainan Rocha, publicada pelo novíssimo selo GiBiz da editora Giz. O título, que faz uma brincadeira com um meme da internet, já entrega mais ou menos o que o leitor vai encontrar, o que, certamente, é uma coisa que a Fifa não autorizaria, ainda mais durante a partida final num Maracanã lotado. Se é possível imaginar algo pior que o maracanazo de 1950, deve ser isso.
Apesar do cenário, ambos os artistas são de São Paulo. Castillho é autor de dois livros recentes que trabalham com mitologia brasileira: Ouro, fogo & megabytes e Prata, terra & Lua cheia , ambos pela editora Gutenberg. Rocha, que publicou de forma independente a coletânea poética Máquina de sujar, tem neste álbum seu primeiro trabalho autoral como ilustrador.
Imagine (zumbis) na Copa tem 48 páginas e pode ser encontrado nas gibiterias.
São Paulo dos mortos é uma coletânea de 96 páginas com cinco histórias curtas, cada uma delas com um tema e um ilustrador diferente, embora sejam todas de autoria do experiente e premiado roteirista Daniel Esteves, criador da série Nanquim descartável.
As histórias mostram episódios mais ou menos independentes, em uma São Paulo tomada pela praga, tendo entre seus cenários o Metrô, a Cracolândia, o Itaquerão e o Palácio dos Bandeirantes. O trabalho de arte foi distribuído entre Al Stefano, Alex Rodrigues, Ibraim Roberson, Laudo Ferreira, Omar Viñole, Samuel Bono, Wagner de Souza, Wanderson de Souza e Jozz.
A edição é assinada com o selo Petisco do Estúdio HQ em Foco, e foi financiada pelos leitores através do saite Catarse.
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Pequena coleção de grandes horrores
Há algumas semanas, divulguei o lançamento de Pequena coleção de grandes horrores, coletânea de minicontos de Luiz Bras, mas não pude dizer muito sobre o livro propriamente dito porque ainda não o conhecia. Mas esse detalhe foi devidamente corrigido pelo autor, que prontamente remeteu um exemplar, a quem agradeço a gentileza.
A edição reúne mais de seis dezenas de textos curtos que vão de poucas palavras a cinco páginas, e montam uma panorâmica do mosaico de referências do autor. A maior parte deles evoca imagens da cultura pop, especialmente do cinema, que é uma das artes que mais influencia a fc do autor. Basta ver alguns dos títulos: "O homem sem sombra", "Corra, Lalo, corra", "Fast forward", "Total recall", "Alien", "The walking dead", só para citar os mais óbvios. Outros, dialogam com alguns de seus textos mais conhecidos, podendo até ser o gérmen do qual brotaram: "Sozinho no deserto extremo", "Máquina Macunaíma" e "Distrito Federal", entre outros.
A seleção é apresentada nas orelhas pelo editor, Renato Rezende, que tece elogios à ficção da quimera Luiz Braz/Nelson de Oliveira, que classifica como "alguns dos melhores textos publicados no Brasil", com o que concordo plenamente.
O livro, que tem 144, foi contemplado com o financiamento do Programa Petrobras Cultural 2012, e foi publicado pela Editora Circuito.
A edição reúne mais de seis dezenas de textos curtos que vão de poucas palavras a cinco páginas, e montam uma panorâmica do mosaico de referências do autor. A maior parte deles evoca imagens da cultura pop, especialmente do cinema, que é uma das artes que mais influencia a fc do autor. Basta ver alguns dos títulos: "O homem sem sombra", "Corra, Lalo, corra", "Fast forward", "Total recall", "Alien", "The walking dead", só para citar os mais óbvios. Outros, dialogam com alguns de seus textos mais conhecidos, podendo até ser o gérmen do qual brotaram: "Sozinho no deserto extremo", "Máquina Macunaíma" e "Distrito Federal", entre outros.
A seleção é apresentada nas orelhas pelo editor, Renato Rezende, que tece elogios à ficção da quimera Luiz Braz/Nelson de Oliveira, que classifica como "alguns dos melhores textos publicados no Brasil", com o que concordo plenamente.
O livro, que tem 144, foi contemplado com o financiamento do Programa Petrobras Cultural 2012, e foi publicado pela Editora Circuito.
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sexta-feira, 18 de abril de 2014
Simone Saueressig em dose dupla
Dona de uma índole ativa e irriquieta, a escritora gaúcha Simone Saueressig não se acomoda nunca, e dá continuidade a sua obra literária com dois títulos simultâneos, ambos lançados durante a III Odisseia de Literatura Fantástica, recentemente realizada em Porto Alegre.
O coração de jade é o terceiro volume da série de fantasia Os sóis da América, com a saga do jovem Pelume, nativo de uma ilha perdida no Círculo Polar Antártico, em peregrinação por uma América mítica em busca da história que fará o Sol se levantar sobre sua gente. A história segue agora pela América Central, com Pelume e seus amigos confrontando criaturas da mitologia asteca.
Ao contrário do que eu pensava, não é a última parte: o título do volume 4 será A pedra da história, em que os heróis irão avançar pelo norte do continente.
O livro tem 184 páginas e, como nas edições anteriores, tem ilustrações de Fabiana Girotto Boff. Mais informações no blogue da série, aqui.
O outro livro de Simone é Padrão 20: A ameaça do espaço-tempo, ficção científica juvenil editada pela Besouro Box, na qual a protagonista, Maria do Céu, durante férias em Genebra, se depara com situações insólitas dignas de um episódio de Além da imaginação. Os títulos dos dezessete capítulos que compõem o romance são uma atração a parte, pois muitos deles fazem referência a outros textos do gênero, nacionais e estrangeiros. O livro pode ser encontrado em diversas livrarias.
O coração de jade é o terceiro volume da série de fantasia Os sóis da América, com a saga do jovem Pelume, nativo de uma ilha perdida no Círculo Polar Antártico, em peregrinação por uma América mítica em busca da história que fará o Sol se levantar sobre sua gente. A história segue agora pela América Central, com Pelume e seus amigos confrontando criaturas da mitologia asteca.
Ao contrário do que eu pensava, não é a última parte: o título do volume 4 será A pedra da história, em que os heróis irão avançar pelo norte do continente.O livro tem 184 páginas e, como nas edições anteriores, tem ilustrações de Fabiana Girotto Boff. Mais informações no blogue da série, aqui.
O outro livro de Simone é Padrão 20: A ameaça do espaço-tempo, ficção científica juvenil editada pela Besouro Box, na qual a protagonista, Maria do Céu, durante férias em Genebra, se depara com situações insólitas dignas de um episódio de Além da imaginação. Os títulos dos dezessete capítulos que compõem o romance são uma atração a parte, pois muitos deles fazem referência a outros textos do gênero, nacionais e estrangeiros. O livro pode ser encontrado em diversas livrarias.
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