Está em pré-venda o clássico romance de ficção cinetífica O dias das trífides (The day of the triffids), do escritor britânico John Wyndham (1903-1969), originalmente publicado em 1951 e que já contou com pelo menos uma daptação para o cinema (dirigida por Steve Sekely em 1962). Embora tenha recebido edição em Portugal, pela Coleção Argonauta, da Editora Livros do Brasil, o livro continuava inédito no Brasil. O autor, contudo, é bastante conhecido do público brasileiro, por conta do romance The Midwich Cuckoos (1957), que recebeu adaptações cinematográficas de sucesso sob o título de A aldeia dos malditos.
Diz o texto de divulgação: "Bill Masen acordou em seu leito de hospital, com os olhos vendados, e uma incômoda sensação de que algo estava muito errado. A quebra da rotina do lado de dentro. A manhã perturbadoramente silenciosa do lado de fora. Ele ainda não sabe, mas seu destino, e o de todo o planeta, havia mudado para sempre após a chuva de luzes verdes que riscara o céu na noite anterior. Um espetáculo imperdível… que cegou quase todos os seres humanos da Terra. Conturbada pela cegueira, por uma peste misteriosa, pela violência e pela fome iminentes, a humanidade tem ainda de enfrentar um flagelo de proporções catastróficas: a proliferação das trífides ― plantas enormes, venenosas e carnívoras que agora, com a ruína da civilização e o colapso da ordem social, tornam-se uma ameaça real e mortífera. Cada vez mais cientes de que foram poupadas de um cataclismo universal, as poucas pessoas que conservaram a visão, bem como as cegas que resistiram, percebem que a vida como conheciam está prestes a desaparecer; que devem lutar para sobreviver em um mundo que se desfaz entre o desespero e a barbárie; e que têm diante de si o desafio de criar uma nova sociedade." Como se percebe, trata-se de um livro influente, que dialoga de modo bastante íntimo com os também clássicos Ensaio sobre a cegueira (1995), de José Saramago, e a novela "A escuridão" (1963), de Andre Carneiro.
Com tradução de Braulio Tavares, O dia das trífides chega pela Editora Aleph, que dispõe de um catálogo bastante identificado com livros clássicos do gênero, como é o caso. A impressionante ilustração da capa é de Daniel Canedo. O romance tem 336 páginas e está em pré-venda aqui, com data de lançamento agendada para o dia 29 de abril de 2026.
Diz o texto de divulgação: "Bill Masen acordou em seu leito de hospital, com os olhos vendados, e uma incômoda sensação de que algo estava muito errado. A quebra da rotina do lado de dentro. A manhã perturbadoramente silenciosa do lado de fora. Ele ainda não sabe, mas seu destino, e o de todo o planeta, havia mudado para sempre após a chuva de luzes verdes que riscara o céu na noite anterior. Um espetáculo imperdível… que cegou quase todos os seres humanos da Terra. Conturbada pela cegueira, por uma peste misteriosa, pela violência e pela fome iminentes, a humanidade tem ainda de enfrentar um flagelo de proporções catastróficas: a proliferação das trífides ― plantas enormes, venenosas e carnívoras que agora, com a ruína da civilização e o colapso da ordem social, tornam-se uma ameaça real e mortífera. Cada vez mais cientes de que foram poupadas de um cataclismo universal, as poucas pessoas que conservaram a visão, bem como as cegas que resistiram, percebem que a vida como conheciam está prestes a desaparecer; que devem lutar para sobreviver em um mundo que se desfaz entre o desespero e a barbárie; e que têm diante de si o desafio de criar uma nova sociedade." Como se percebe, trata-se de um livro influente, que dialoga de modo bastante íntimo com os também clássicos Ensaio sobre a cegueira (1995), de José Saramago, e a novela "A escuridão" (1963), de Andre Carneiro.
Com tradução de Braulio Tavares, O dia das trífides chega pela Editora Aleph, que dispõe de um catálogo bastante identificado com livros clássicos do gênero, como é o caso. A impressionante ilustração da capa é de Daniel Canedo. O romance tem 336 páginas e está em pré-venda aqui, com data de lançamento agendada para o dia 29 de abril de 2026.

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