Depois de um grande hiato, a editora Companhia das Letras retoma a publicação da coleção especial em homenagem ao c escritor goiano José J. Veiga (1915-1999) com uma das suas mais importantes coletâneas: A estranha máquina extraviada, originalmente publicada em 1967.
Diz o texto de apresentação: "A estranha máquina extraviada apresenta duas facetas de José J. Veiga. Se por um lado os contos mostram a brutalidade de uma sociedade erigida sobre a exploração e os jogos de poder – em uma possível resposta ao autoritarismo da ditadura militar e às diversas formas de opressão social –, por outro revelam o olhar vibrante das crianças, que enxergam o mundo com a curiosidade de quem vê pela primeira vez. O resultado é uma obra profundamente atual, questionadora e aberta a diferentes interpretações".
A maior parte dos críticos dizem que Veiga faz realismo mágico, mas um olhar mais atento vai identificar textos claramente vinculados à ficção científica, à fantasia e até ao horror. O conto que dá nome à coletânea, por exemplo, é um texto evidentemente de ficção científica, em que os habitantes de uma pequena cidade interiorana, depois de um início de espanto, vão se adaptando a presença de uma máquina enigmática que é descarregada na praça central da comunidade. Até na história alternativa, subgênero extremamente especializado da fc, Veiga foi o pioneiro no país no livro A casca da serpente.
A estranha máquina extraviada tem 160 páginas e traz um posfácio assinado por Fabiane Guimarães e capa assinada por Kiko Farkas e Máquina Estúdio, com lançamento agendado para o dia 4 de agosto de 2026. Altamente recomendado.
Diz o texto de apresentação: "A estranha máquina extraviada apresenta duas facetas de José J. Veiga. Se por um lado os contos mostram a brutalidade de uma sociedade erigida sobre a exploração e os jogos de poder – em uma possível resposta ao autoritarismo da ditadura militar e às diversas formas de opressão social –, por outro revelam o olhar vibrante das crianças, que enxergam o mundo com a curiosidade de quem vê pela primeira vez. O resultado é uma obra profundamente atual, questionadora e aberta a diferentes interpretações".
A maior parte dos críticos dizem que Veiga faz realismo mágico, mas um olhar mais atento vai identificar textos claramente vinculados à ficção científica, à fantasia e até ao horror. O conto que dá nome à coletânea, por exemplo, é um texto evidentemente de ficção científica, em que os habitantes de uma pequena cidade interiorana, depois de um início de espanto, vão se adaptando a presença de uma máquina enigmática que é descarregada na praça central da comunidade. Até na história alternativa, subgênero extremamente especializado da fc, Veiga foi o pioneiro no país no livro A casca da serpente.
A estranha máquina extraviada tem 160 páginas e traz um posfácio assinado por Fabiane Guimarães e capa assinada por Kiko Farkas e Máquina Estúdio, com lançamento agendado para o dia 4 de agosto de 2026. Altamente recomendado.

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