segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O castelo dos homens mecânicos

Está disponível a aventura de ficção científica O castelo dos homens mecânicos, quarta parte da série Liga Mundial, que já conta com os volumes O fantasma do apito, O clube da Luluzinha e O olho mortal.
Dessa vez, as estudantes Fátima, Andréia e Carol, acompanhadas da detetive vidente Irina, seguem num dirigível rumo ao castelo do vilão Conde Bruxelas, nos Alpes, para o que pode vir a ser um confronto definitivo.
Escrita por Miguel Carqueija e Melanie Evarino, a novela tem prefácios de Cesar Silva e Chico Martellini, e um posfácio de Ronald Rahal.
O arquivo, em formato de texto, pode ser baixado gratuitamente aqui.

Mitografias

Está circulando a antologia Mitografias, Volume 1: Mitos modernos, seleta de contos de fantasia organizada por Andriolli Costa, Leonardo Tremeschin e Lucas Rafael Ferraz. São 14 contos que revisitam mitologias do mundo todo nos dias de hoje, com textos de Alessandra Barcelar, Ana Lúcia Merege, Andriolli Costa, Bruno Leandro, Cassiano Rodka, Isa Prospero, Janayna Bianchi, Leonardo Tremeschin, Lucas Ferraz, Michel Peres, Paulo Teixeira, Rodrigo Rahmati, Romeu Martins e Saulo Moraes.
O volume é gratuito e está disponível aqui nas extensões pdf, epub e mobi.

Trasgo 16

Está disponível o número 16 da revista eletrônica Trasgo, editada por Rodrigo van Kampen, totalmente dedicada à produção nacional de ficção fantástica.
A edição, que tem 104 páginas em sua versão pdf, traz contos e novelas de ficção científica, fantasia e terror escritos por Sandro G. Moura, Anna Fagundes Martino, Bruna Nora, Carolina Menegotto, Leonardo Maran Neiva, Vimala Ananda Jay, além de uma galeria com ilustrações de Jean Milezzi, que também assina a capa. Todos os artistas publicados são entrevistados na edição.
Trasgo pode ser lida e baixada aqui, nos formatos epub, mobi e pdf, bastando para isso compartilhar a informação nas redes sociais. Edições anteriores também estão disponíveis.
Trasgo aceita submissões e os trabalhos publicados são remunerados.

Horror tem fanzines e evento em Sampa

Estão circulando novas edições dos fanzines de horror Astaroth e Boca do Inferno, editados por Renato Rosatti, ambos divulgando o IV Festival Boca do Inferno que acontecerá em São Paulo nos dias 25 e 26 de novembro.
Astaroth 69 tem duas páginas com um único artigo sobre o filme Os mortos falam (The devil commands, 1941) e o cartaz do evento, enquanto Boca do Inferno 16 - representante do saite homônimo editado por Marcelo Milici - traz em suas duas páginas a programação completa do Festival.
Os fanzines têm edições impressas distribuídas gratuitamente em eventos, mas cópias em pdf podem ser solicitadas através do email renatorosatti@yahoo.com.br.
Mais informações sobre o IV Festival Boca do Inferno podem ser obtidas no saite oficial, aqui.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Honey Bel na mão

Miguel Carqueija avisa:
"As aventuras de Honey Bel será lançada no próximo sábado, dia 11 de novembro, a partir das 15 horas, na Papelaria Áurea, situada na Rua Barata Ribeiro, 645, em Copacabana, Rio de Janeiro. Todos estão convidados."
A novela, uma ficção científica humorística anunciada aqui há poucos dias, é a primeira publicação sob a chancela do selo Electron, de propriedade do autor, com apoio das Edições Hiperespaço.

domingo, 5 de novembro de 2017

Múltiplo 13

Está circulando o número 13 do fanzine virtual de quadrinhos Múltiplo, editado por André Carim.
A edição, comemorativa ao primeiro ano de publicação, tem 204 páginas e destaca o trabalho dos quadrinhistas Watson Portela e Mácio Sennes Pereira, que são entrevistados pelo editor. Traz também artigos assinados por Mylle Silva, Ágata Desmond, Beralto e do editor. Contudo, o que realmente empolga é a grande quantidade de quadrinhos nos mais variados estilos, assinados por diversos artistas: Rudy Soares, Claudiney Dias, Adauto Silva, Glauco Grayn, Lafaiete C. N., Elinaudo Barbosa, Marcos Gratão, Alcivan Gameleira, Chagas Lima, Maurício Rosélli Augusto, Dinho Monteiro, Marcelo Tibúrcio Vanni, Edgard Guimarães, Edgar Franco, Flávio Calazans, Josi OM, Paulo José e Omar Viñole. Ilustrações avulsas completam a edição. A capa traz uma arte de Laudo Ferreira Jr.
A publicação pode ser lida online ou baixada gratuitamente aqui. Edições anteriores também estão disponíveis. O zine também podem ser encomendado em formato impresso, aqui.

Limbographia

Os anos 1980-1990 foram era dourada da ficção fantástica brasileira. Um período romântico e idealista, de teses apaixonadas e debates ferozes, quando os gêneros obtiveram um desenvolvimento conceitual de tal monta que as obras daquela época chegaram a ser classificadas como "alta literatura" por especialistas mais recentes. Sem dúvida que é um exagero mas, de fato, havia na ficção daquele tempo um vigor e uma personalidade tão fortes que estabeleceram uma identidade para a fc&f nacional. Entre os autores desse período, nenhum foi mais festejado que Roberto Schima. O artista teve uma produção robusta e reconhecida não só pelos fãs, mas também por especialistas, sendo o maior vencedor do Prêmio Nova - o mais importante prêmio do gênero no país -, e não apenas como autor, mas também como ilustrador. Também foi o grande vencedor do concurso de contos Jerônimo Monteiro, promovido pela revista Isaac Asimov Magazine em 1991.
Apesar disso tudo, Schima teve apenas um único livro solo publicado (Pequenas portas do eu, Scortecci, 1987). A maior parte de sua produção ficou restrita aos fanzines, que desapareceram na virada do século, assim como o autor, que se afastou do campo por muitos anos.
Mas como quem é vivo sempre aparece, os antológicos contos de Roberto Schima estão novamente disponíveis na coletânea Limbographia, organizada pelo autor. Anteriormente publicada pela AgBooks, o livro chega agora em edição luxuosa pela plataforma Clube de Autores. São 20 contos de ficção científica e fantasia, entre os quais o premiado "Como a neve de maio", vencedora do já citado Prêmio Jerônimo Monteiro. Ilustrações do autor também valorizam a edição, que tem capa dura e 578 páginas em papel couchê.
O preço do volume é salgado, mas Shima é, sem qualquer dúvida, um autor que merece o investimento.