Mestre da anatomia e um fenômeno na técnica do pincel, Couto surgiu para o mercado no final dos anos 1970, nas revistas de saudosa editora Grafipar. Desde então, tem sido uma referência na arte, tendo participado de todas as fases que os quadrinhos brasileiros, fazendo horror, ficção científica, fantasia, erótico, humor, filosófico e, mesmo sendo artista muito profissional, é simpático à atividade fanzineira: Mozart assinou várias capas do fanzine Hiperespaço. Portanto, não é de se estranhar sua participação no bonito projeto da Atomic, de Marcos Freitas.

Quem reservar um exemplar ganha um Pôster exclusivo em A3, mas esta é uma oferta limitada, se demorar, acaba. Mais informações, no blogue da Atomic, aqui.
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