Está disponível a antologia Crônicas da guerra de muitos mundos, Volume 1, organizada por Rita Maria Félix da Silva com 27 contos de ficção científica dentro de um universo compartilhado de space opera, de autoria de Ana Lúcia Merege, Bruno Eleres, Clinton Davisson, Daniel Folador Rossi, Heitor Vasconcelos Serpa, John Ostrander (EUA), Luiz Felipe Vasques, Luiz Mendes Jr, Marcia Tondello, Marjele Lister (EUA), Octávio Aragão, Rita Maria Félix da Silva, Roberto de Sousa Causo e Rochet Tavares. A edição também traz ilustrações de Nely Feritas e Al Gomes.
Por hora, o livro está disponível unicamente no formato epub, que pode ser baixado gratuitamente aqui. A edição é dos autores.
sábado, 16 de abril de 2016
Crônicas da guerra de muitos mundos
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Somnium 112 em pdf
O Clube de Leitores de Ficção Científica-CLFC finalmente lançou a versão em pdf da boletim Somnium 112, antes disponível apenas em versões para dispositivos móveis, como foi comentado aqui.Editada por Ricardo Herdy, a revista pode agora ser apreciada no seu formato gráfico tradicional, com 124 páginas e todos os contos e artigos vistos nas versões anteriores, acrescidos de fotos, ilustrações e uma história em quadrinhos assinada por Sid Castro.
Somnium 112 pode ser baixado gratuitamente aqui.
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Memórias do futuro
O escritor e tradutor Braulio Tavares falou longamente sobre ficção científica no capítulo "Memórias do futuro" do programa Super Libris, projeto da SescTV que, em 26 episódios, forma um panorama sem preconceitos da literatura brasileira contemporânea a partir de entrevistas com autores representativos de cada segmento.
Como é sua característica, Tavares fez um discurso leve e colorido do gênero, com muitas imagens e frases pitorescas, tais como "A ficção científica é uma doença infantil, como o comunismo", ou "Não vale a pena conhecer o inconsciente de um autor cujo consciente é tão desinteressante".
O programa também apresenta uma série de artigos que detalham alguns dos exemplos citados na entrevista, tudo ponteado por belas vinhetas e uma ótima produção técnica.
Entre os demais episódios do Super Libris, também são entrevistados os escritores André Vianco, falando sobre a literatura de horror, e Eduardo Spohr, sobre fantasia.
Como é sua característica, Tavares fez um discurso leve e colorido do gênero, com muitas imagens e frases pitorescas, tais como "A ficção científica é uma doença infantil, como o comunismo", ou "Não vale a pena conhecer o inconsciente de um autor cujo consciente é tão desinteressante".
O programa também apresenta uma série de artigos que detalham alguns dos exemplos citados na entrevista, tudo ponteado por belas vinhetas e uma ótima produção técnica.
Entre os demais episódios do Super Libris, também são entrevistados os escritores André Vianco, falando sobre a literatura de horror, e Eduardo Spohr, sobre fantasia.
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
Saci funciona?
Há algumas semanas, um assunto tomou de assalto as comunidades culturais das redes sociais brasileiras. Tudo por conta de um vídeo de poucos minutos, postado aqui, no qual um ilustre desconhecido recomenda aos artistas brasileiros de forma geral que parem de usar a cultura, o folclore e os cenários brasileiros nas suas criações porque, no entender dele, isso não funciona e só está sendo feito para se obter verbas dos editais públicos.
A discussão é antiga e em alguns ambientes do fandom (quadrinhos e literatura, por exemplo) foi superada há tempos, mas com a chegada de novas gerações de consumidores – que agora têm voz fácil e barata – o assunto volta com requintes de intolerância e preconceito. Isso acontece porque a memória do brasileiro é muito curta, bem como sua histórica convicção de que não é preciso estudar o passado. Volta e meia, ressurgem aventureiros em busca da luz de holofotes, mesmo que para obtê-la tenham que revolver cadáveres sepultados há décadas.
Não é preciso que eu rebata aqui os argumentos do mancebo desinformado (talvez ele realmente acredite estar prestando um 'serviço de utilidade pública', embora eu tenha sérias dúvidas a esse respeito), porque muita gente já o fez e bem, como Raul Tabajara, do canal Ilustradicas, em um divertido vídeo resposta disponível aqui, e no longo e denso hangout promovido pelo canal ZineExpo, disponível em duas partes aqui e aqui – esta última com a participação de meu amigo Thiago Spiked, publisher da editora de quadrinhos Crás.
Recomendo que todos os interessados no assunto que assistam estes vídeos e ponderem a respeito. Ainda que seja uma polêmica falsa, é importante que esse tipo de asneira não ecoe num mercado cultural historicamente subserviente e difícil, e venha a prejudicar seus protagonistas justamente em um de seus melhores momentos.
A discussão é antiga e em alguns ambientes do fandom (quadrinhos e literatura, por exemplo) foi superada há tempos, mas com a chegada de novas gerações de consumidores – que agora têm voz fácil e barata – o assunto volta com requintes de intolerância e preconceito. Isso acontece porque a memória do brasileiro é muito curta, bem como sua histórica convicção de que não é preciso estudar o passado. Volta e meia, ressurgem aventureiros em busca da luz de holofotes, mesmo que para obtê-la tenham que revolver cadáveres sepultados há décadas.
Não é preciso que eu rebata aqui os argumentos do mancebo desinformado (talvez ele realmente acredite estar prestando um 'serviço de utilidade pública', embora eu tenha sérias dúvidas a esse respeito), porque muita gente já o fez e bem, como Raul Tabajara, do canal Ilustradicas, em um divertido vídeo resposta disponível aqui, e no longo e denso hangout promovido pelo canal ZineExpo, disponível em duas partes aqui e aqui – esta última com a participação de meu amigo Thiago Spiked, publisher da editora de quadrinhos Crás.
Recomendo que todos os interessados no assunto que assistam estes vídeos e ponderem a respeito. Ainda que seja uma polêmica falsa, é importante que esse tipo de asneira não ecoe num mercado cultural historicamente subserviente e difícil, e venha a prejudicar seus protagonistas justamente em um de seus melhores momentos.
Imagem do saite Clube da Sombra
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Conexão Literatura 10
Está circulando o número 10 da revista eletrônica Conexão Literatura, editada por Ademir Pascale pela Fábrica de Ebooks.
A edição de 37 páginas entrevista Paula Pimenta, autora surgida no Orkut cujas séries Fazendo meu filme e Minha vida fora de série venderam mais de um milhão de cópias.
O escritor Angelo Miranda, autor do romance Análise mortal, também é entrevistado na edição, que traz ainda contos de Ademir Pascale, Amanda Leonardi, Zoraya Cesar e Ricardo de Lohem, crônica de Misa Ferreira, resenha a Armada: A involução, de Ernest Cline, por João Paulo Balbino e um artigo de Dione Souto Rosa. E a nova coluna "Conexão nerd" traz dicas sobre produtos dirigidos ao mercado nerd.
A revista é gratuita e pode ser baixada aqui.
A edição de 37 páginas entrevista Paula Pimenta, autora surgida no Orkut cujas séries Fazendo meu filme e Minha vida fora de série venderam mais de um milhão de cópias.
O escritor Angelo Miranda, autor do romance Análise mortal, também é entrevistado na edição, que traz ainda contos de Ademir Pascale, Amanda Leonardi, Zoraya Cesar e Ricardo de Lohem, crônica de Misa Ferreira, resenha a Armada: A involução, de Ernest Cline, por João Paulo Balbino e um artigo de Dione Souto Rosa. E a nova coluna "Conexão nerd" traz dicas sobre produtos dirigidos ao mercado nerd.
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terça-feira, 29 de março de 2016
QI digitalizado
Por iniciativa do editor independente Henrique Magalhães, da editora Marca de Fantasia, o fanzine Quadrinhos Independentes-QI, editado por Edgard Guimarães, finalmente ganhou uma versão digital.
A primeiro número a ser disponibilizado é o 136, que foi comentado aqui. Para baixar o arquivo, em formato pdf, basta visitar a página do QI no saite da Marca de Fantasia, aqui. O download é gratuito.
O fanzine ganhou interesse na versão digital, com muitas imagens em cores, incluindo alguns quadrinhos e o catálogo de publicações independentes, que ficou muito bonito. Edições anteriores e posteriores devem vir em breve.
A primeiro número a ser disponibilizado é o 136, que foi comentado aqui. Para baixar o arquivo, em formato pdf, basta visitar a página do QI no saite da Marca de Fantasia, aqui. O download é gratuito.
O fanzine ganhou interesse na versão digital, com muitas imagens em cores, incluindo alguns quadrinhos e o catálogo de publicações independentes, que ficou muito bonito. Edições anteriores e posteriores devem vir em breve.
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sábado, 19 de março de 2016
QI 137
Está circulando o número 137 do fanzine Quadrinhos Independentes-QI, editado por Edgard Guimarães, dedicado ao estudo dos quadrinhos, destacando a produção independente e os fanzines brasileiros.
Esta edição vem com 32 páginas e traz sequência do depoimento de José Ruy sobre o periódico português Papagaio, artigos do editor sobre o Homem Força, a 32ª edição do prêmio Angelo Agostini realizada em janeiro último, mais um episódio da série "Quadrinhos brasileiros bissextos", e os artigos "Quadrinhos de fora", "Problemas de artistas nacionais" (transcrito de material da distribuidora ECAB de 1978) e "Coleção que vale CR$ 80 milhões" (transcrito da revista Superboy de 1966).
Também publica quadrinhos de Assis Lima, Chagas Lima e do próprio editor, além das seções "Fórum", "Mantendo contato" e o catálogo "Edições independentes" com os lançamentos do bimestre. A capa traz detalhe de uma ilustração de Guimarães, que vem completa num encarte maior, em papel amarelo.
Junto ao QI 137, os assinantes recebem o primeiro fascículo do Registro sobre publicações de quadrinhos: Publicações Bonelli no Brasil que, em 12 páginas, faz o levantamento dos trabalhos dessa editora italiana no País. O estudo é de autoria de Carlos Gonçalves, com colaboração de Guimarães.
O QI é distribuído exclusivamente por assinaturas e não tem versão digital. Mais informações com o editor pelo email edgard@ita.br.
Esta edição vem com 32 páginas e traz sequência do depoimento de José Ruy sobre o periódico português Papagaio, artigos do editor sobre o Homem Força, a 32ª edição do prêmio Angelo Agostini realizada em janeiro último, mais um episódio da série "Quadrinhos brasileiros bissextos", e os artigos "Quadrinhos de fora", "Problemas de artistas nacionais" (transcrito de material da distribuidora ECAB de 1978) e "Coleção que vale CR$ 80 milhões" (transcrito da revista Superboy de 1966).
Também publica quadrinhos de Assis Lima, Chagas Lima e do próprio editor, além das seções "Fórum", "Mantendo contato" e o catálogo "Edições independentes" com os lançamentos do bimestre. A capa traz detalhe de uma ilustração de Guimarães, que vem completa num encarte maior, em papel amarelo.Junto ao QI 137, os assinantes recebem o primeiro fascículo do Registro sobre publicações de quadrinhos: Publicações Bonelli no Brasil que, em 12 páginas, faz o levantamento dos trabalhos dessa editora italiana no País. O estudo é de autoria de Carlos Gonçalves, com colaboração de Guimarães.
O QI é distribuído exclusivamente por assinaturas e não tem versão digital. Mais informações com o editor pelo email edgard@ita.br.
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