"Em 2014, em um jantar de intelectuais, um poema supostamente brilhante é lido por Francis Blundy em homenagem à sua esposa. No entanto, nenhuma cópia do texto é encontrada, apesar de tudo no século xxi ser registrado digitalmente, de e-mails a mensagens instantâneas privadas -- um vasto material que apenas cem anos depois poderá ser acessado. Em 2119, em um mundo alagado e em vias de reconstrução sob um novo modelo, o professor Thomas Metcalfe segue obcecado por encontrar o poema. A jornada de Metcalfe nos leva a reconstruir a vida antes da tragédia global até a descoberta de segredos inconfessáveis. Afinal, o que pode a literatura e as artes diante do apocalipse iminente?"
Este é o texto de apresentação do metalinguístico O que podemos saber (What we can know), romance do inglês Ian McEwan, festejado escritor mainstream que flerta abertamente com a ficção fantástica, como pode ser confirmado neste e em diversos de seus romances anteriores, como A barata, Enclausurado e Máquinas como eu, todos já disponíveis em português.
O que podemos saber tem 384 páginas, tradução de Jorio Dauster e está disponível no saite da Editora Companhia das Letras, aqui.
Este é o texto de apresentação do metalinguístico O que podemos saber (What we can know), romance do inglês Ian McEwan, festejado escritor mainstream que flerta abertamente com a ficção fantástica, como pode ser confirmado neste e em diversos de seus romances anteriores, como A barata, Enclausurado e Máquinas como eu, todos já disponíveis em português.
O que podemos saber tem 384 páginas, tradução de Jorio Dauster e está disponível no saite da Editora Companhia das Letras, aqui.

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