Diz o texto de divulgação: "
Fátima Regis conta a história de como o desenvolvimento tecnocientífico do século XX automatizou o humano e humanizou a técnica, gerando o ciborgue. A ficção científica tornou-se a narrativa que melhor traduz o mundo em que vivemos. Nós, Ciborgues
propõe que, longe de serem meros produtos de entretenimento, as obras de ficção científica suscitam profundas interrogações filosóficas, como questionamentos sobre o que é o homem e qual a sua capacidade de intervir no mundo".
Nós, ciborgues tem 222 páginas e é uma publicação da Editora Champagnat – PUC-PR.
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