segunda-feira, 8 de maio de 2023

A canção de Bêlit: A última jornada

Está em pré-venda pela editora Avec o segundo volume de A canção de Bêlit, subtitulado A última jornada, no qual o escritor espanhol Rodolfo Martinez completa a aventura iniciada em A tigresa e o leão, publicado em 2021. 
A obra expande o conto "A rainha da Costa Negra", de Robert E. Howard, contando três anos da vida conjunta de Conan e Bêlit, até se enlaçar de novo à história original escrita pelo criador do cimério.
Diz o texto de divulgação: "Depois de conhecer o arquipélago de Nakanda Wazuri, Conan e Bêlit se separam para empreender ataques que entregarão o governo da Estígia nas mãos dos irmãos monarcas Osuné e Isuné, cumprindo assim uma antiga profecia wazuri. Forças poderosas, porém, têm outros planos, baseados em profecias diferentes e ainda mais ancestrais; assim, sacerdotes e fiéis de Set operam nas sombras, usando todos os meios necessários – incluindo magia e criaturas ofídias – para frustrar os planos dos oponentes."
A canção de Bêlit: A última jornada tem 192 páginas, tradução de Jana Bianchi, e pode ser adquirido no site da editora, aqui. O volume 1 também está disponível, aqui.

sábado, 6 de maio de 2023

Resenha do Almanaque: Sideral no buraco sem fundo de Parnarama, Ataíde Tartari

Sideral no buraco sem fundo de Parnarama, Ataíde Tartari. 56 páginas. Ilustrações de Rodrigo Alves. São Paulo: Nova Espiral, selo Embarque Nessa, 2012.

Paulinho Sideral é um jovem cosmopolita dos nossos dias, que ama a ciência. Por isso, ele gosta de discutir com seu tio Roque, major da Aeronáutica cujo trabalho é investigar todo tipo de ocorrências estranhas. Desde muito criança, Paulinho se acostumou a escutar as histórias malucas do tio, sobre objetos voadores não identificados e outras coisas misteriosas, e, ao mesmo tempo que se encantava, questionava a autenticidade dos relatos, pois Paulinho é, acima de tudo, um cético. E é por causa de seu ceticismo somado ao conhecimento científico – que adquiriu lendo vorazmente todo tipo de livros – que, certo dia, seu tio o convidou para ajudá-lo numa investigação, coisa que o jovem logo se interessou. Resolvidos os problemas com a família, Paulinho e o tio embarcam num avião que os leva diretamente a uma região entre o Maranhão e Piauí, onde se localiza o município de Parnarama, área de muitas ocorrências fenomenológicas desconhecidas. Depois de uma viagem cansativa e tribulada, na companhia de uma equipe de técnicos da Aeronáutica, Paulinho se vê diante de um caso realmente bizarro. No meio de um matagal, onde há alguns dias foi avistada uma grande luz, está um buraco aparentemente sem fundo. O que é esse buraco e para onde ele leva é o que o tio quer saber, e Paulinho vai ter que usar todo o seu conhecimento para desbravar as profundezas desse abismo e enfrentar os eventos estranhos que ainda estão em curso naquele lugar.
Esta noveleta, que se lê com agilidade e prazer, está entre uma das mais interessantes ficções ufológicas publicadas no período da Segunda Onda da Ficção Científica Brasileira. Apareceu primeiro na edição número 69 no fanzine de ficção científica Megalon, em junho de 2003, com boa acolhida entre os leitores. O que mais surpreende no texto de Tartari, autor de amplos recursos técnicos, é o discurso em primeira pessoa emulando um “causo” narrado pelo próprio protagonista, usando a linguagem dos jovens com muitas expressões pitorescas próprias de um adolescente. O personagem é consistente e o relato soa deliciosamente natural.
Tartari confidenciou-me que, quando escreveu essa história, tinha a real intensão de fazer um texto juvenil e a adoção da linguagem foi um recurso que então julgou apropriado:
“Eu tinha recentemente desenvolvido esse estilo de prosa – que chamei de 'voz do garoto' – para a antologia Estranhos contatos, organizada por Roberto de Sousa Causo (editora Caioa, 1998). A partir daí, escrevi Sideral justamente com a intenção de entrar no mercado juvenil. Ingenuamente, eu não sabia que a voz de um garoto era imprópria para garotos”. Explico: para ser publicado, a editora Nova Espiral fez uma série de intervenções no texto, de modo a suavizar as opiniões e o linguajar do narrador, talvez não muito adequadas às exigências do mercado.
Também não há nenhum segredo sobre o livro inspirador do trabalho. Já em sua publicação original, em 2003, o autor fez constar uma referência ao livro de Villarrubia, publicado em 1997 pela Editora Mercuryo. Tartari continua: “A ideia era escrever uma série com o mesmo personagem e com o mesmo material de pesquisa, o livro Mistérios do Brasil de Pablo Villarrubia Mauso.” Contudo, até onde eu saiba, não foram publicadas outras histórias com Paulinho Sideral e seu tio.
Ataide Tartari tem uma larga experiência na literatura. Seu romance de estreia foi EEUU 2076 D.C., publicado pela Edicon em 1987, assinado com o pseudônimo A. A. Smith. Participou de diversas antologias e foi cronista do Jornal da Tarde, de São Paulo. Também publicou dois romances para o mercado estrangeiro, Amazon (iUniverse, 2001) e Tropical shade (iUniverse, 2003), ambos sem tradução no Brasil.
Além de Sideral no buraco sem fundo de Parnarama, a editora Nova Espiral publicou simultaneamente a coletânea O triângulo de Einstein, reunindo alguns dos contos de Tartari vistos em antologias, um volume que, sem dúvida, também merece toda a recomendação.

sexta-feira, 5 de maio de 2023

Resenha do Almanaque: Protetores, Duda Falcão

Protetores, Duda Falcão. 176 páginas. Baependi: Underworld, 2012.

Um grupo de pessoas problemáticas reúne-se numa mansão gótica em Porto Alegre. Seu anfitrião se apresenta como Antônio Vilemun e informa ao grupo cada um deles foi escolhido para fazer parte do grupo Protetores, uma antiga sociedade secreta de caçadores monstros sobrenaturais.
Cada um dos presentes guarda algum tipo de experiência paranormal e por elas estão indelevelmente marcados: um caçador de vampiros, uma sensitiva, uma pesquisadora do oculto, uma mulher a procura do marido vampirizado, uma lutadora marcial que detém duas espadas mágicas e um enorme índio amazônico com um demônio de estimação.
Vilemun ainda esclarece que, caso aceitem o trabalho, serão muito bem remunerados, mas que o trabalho é duro e o perigo de morte não está descartado. Todos aceitam a oferta porque, mais que o dinheiro, estão interessados em desvendar seus próprios mistérios pessoais.
O grupo é imediatamente enviado a sua primeira missão numa casa nos subúrbios da cidade de onde chegou, por telefone, um pedido de socorro. Lá eles irão encontrar um quebra-cabeças macabro, que vai exigir o melhor de cada um para a sobrevivência do grupo.
Assim inicia Protetores, romance de horror que marcou a estreia de Duda Falcão em livro solo, autor gaúcho que até então era conhecido pelos contos publicados em diversas antologias. Falcão é professor, graduado em História e mestre em Estudos Culturais, editou o periódico Sagas, da editora Argonautas, e organiza o congresso Odisseia de Literatura Fantástica.
Protetores não esconde sua origem inspirada nos jogos de representação, os conhecidos RPGs (Roling Playing Games). O início aqui narrado demonstra todas as características desse tipo de dinâmica, no qual um grupo de jogadores dotados de habilidades especiais é reunido por um mestre de jogo e lançado numa missão de alto risco sem nenhuma informação prévia, sendo o sucesso ou o fracasso das ações de cada jogador são decididos por lances de dados. Pode ser que o autor tenha realmente usado esse recurso para definir a narrativa de forma geral, mas isso não chega a incomodar porque Falcão tem habilidade na descrição dos cenários e no desenvolvimento dos personagens. O romance é movimentado, com boa fluência narrativa e um clima geral de horror juvenil, sem aprofundamentos filosóficos complexos.
O livro é formado por uma série de aventuras mais ou menos independentes, cada uma delas com um conjunto diferente de personagens, que se revezam com outros agentes que já faziam parte da milícia paranormal de Vilemun.
Temos de tudo um pouco em Protetores: fantasmas, psicopatas, demônios, vampiros, lobisomens, mortos-vivos, possessões, cemitérios, casarões, esgotos, cavernas... Falcão não deixa nada de fora. As aventuras são intercalas por rápidos interlúdios nos quais o autor desenvolve algumas relações entre os personagens, e apresenta o novo “cenário de jogo”. Dessa forma, acompanhamos como cada um dos protagonistas apresentados no início do livro, encontra as respostas que procura, nem sempre de forma totalmente satisfatória ou preservando sua integridade física e moral.
Apesar de ser um livro de horror, a leitura é leve e divertida, deixando a sensação de que a história não acaba na última página deste volume. Os Protetores de Vilemun provavelmente ainda terão muito trabalho pela frente.

quinta-feira, 4 de maio de 2023

Resenha do Almanaque: Os deuses do mar, Simone O. Marques

Marina e os tesouros da tribo de Dana: Os deuses do mar, Simone O. Marques. 244 páginas. Ilustrações de Patrícia Kovacs.  Campo Grande: Modo, 2012.

A Modo Editora, empresa baseada na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, inaugurou seu catálogo privilegiando a literatura fantástica, com um toque romântico e feminino. Entre os autores da casa, quem mais recebeu atenção foi a paulistana Simone O. Marques, escritora de sólida formação acadêmica, com gradução em psicologia e mestrado em educação, que já havia publicado diversos romances em edição própria. Em 2012, a Modo relançou dois de seus títulos principais, Paganus e Agridoce, e o inédito Marina e os tesouros da Tribo de Dana: Os deuses do mar. Trata-se de um episódio de uma longa saga iniciada com o já citado Paganus – primeiro publicado como Gênese pagã (2008) – seguido dos romances Triskle (2009), Tribo de Dana (2009) e Era de aquário (2010), este publicado em dois volumes. A série acompanha a história de uma dinastia de sacerdotisas celtas e suas dificuldades em praticar sua fé num mundo cristão.
Trata-se de um trabalho para leitoras adultas, mas esse não parece ter sido o público-alvo do episódio aqui resenhado. Os deuses do mar é claramente um texto para leitoras adolescentes: a linguagem é simples e de características juvenis, com muita ação e romance.
Marina é uma jovenzinha de dezesseis anos, encarnação de uma trindade de antigas deusas celtas. Devido a sua natureza divina, é diligentemente protegida pela Tribo de Dana, comunidade isolada na Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Ela é ali conhecida como a Pequena Dana, vigiada dia e noite por guardas-costas exclusivos, que ela chama de Sombras.
Ressentida com a falta de liberdade, Marina está sempre se metendo em enrascadas nas mais diversas armadilhas que a floresta esconde. E é justamente numa dessas oportunidades que ela e dois jovens Sombras, Brian e Arthur, vão parar numa terra estranha depois de cair num buraco dentro de uma espécie de túmulo ancestral. Nesse País das Maravilhas celta, localizado nos subterrâneos no planalto central do País, há duendes e harpias, frutas e animais encantados, deuses e deusas de intenções ambíguas. Para voltar a salvo para a tribo, o trio terá de reunir um determinado conjunto de objetos mágicos cuja função não é explicada. Enquanto correm daqui para lá tentando escapar dos perigos dessa terra desconhecida, Marina rende-se aos encantos de Brian, que corresponde o interesse. As cenas de romance são recatadas mas verdadeiramente emocionantes, com Arthur, o segundo guarda-costas, funcionando como o elemento que impede desdobramentos mais picantes na relação. A história, contudo, não é conclusiva e encerra sem que os jovens consigam reunir todos os objetos e voltar ao seu mundo, o que talvez só aconteça na sequência Fadas e druidas, anunciada na última página do livro.
A produção gráfica do volume é elegante, sendo a capa assinada por Marina Avila, que também organizou a apresentação visual interna, com entrelinhamento largo e muitas vinhetas retiradas da imagem da capa. Quatro ilustrações de Patrícia Kovacs espalham-se pelo livro; realizadas na estética dos quadrinhos japoneses, dialogam bem com o leitor jovem, mas não se integram adequadamente à proposta gráfica da edição, que sugere algo mais místico.
Excetuando-se as licenças próprias às histórias de fantasia, como fato de existir uma tribo celta vivendo incógnita em meio ao cerrado de um parque nacional, tudo estaria muito bem, mas há um insistente subtexto proselitista que não é possível ignorar. Ele fica claro na leitura do prólogo, que faz um resumo dos episódios anteriores da série, e mantém-se ao longo da narrativa em insistentes citações da autora.
O prólogo informa que, alguns anos antes e com um simples desejo, Marina eliminou todas as armas de fogo e bombas nucleares do mundo, assim como os recursos para recriá-las. Por isso, tornou-se alvo do ódio, não das agências de segurança internacionais como seria de se supor, mas da igreja cristã, que montou um exército para caçá-la. No confronto final, às portas da aldeia, a Tribo de Dana foi socorrida pelas divindades celtas e derrotou não apenas o exército cristão, mas também o próprio Deus, dando início a uma nova ordem mundial em resgate à vida simples e à preservação da natureza. Há alguma ingenuidade aqui, pois não se sabe o que foi feito de todas as demais religiões que existem no mundo. E todas essas boas intenções não aplacaram a paranoia da Tribo de Dana que, como se percebe na leitura do romance, segue armando e treinando exaustivamente seus guerreiros.
Dependendo da forma com que o leitor receber esse subtexto, podem ser anulados todos os méritos da obra como literatura fantástica. Mesmo assim, Os deuses do mar pode ainda ser uma experiência divertida.

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Resenha do Almanaque: Kaori e o samurai sem braço, Giulia Moon

Kaori e o samurai sem braço, Giulia Moon. 200 páginas. Ilustrações de Giulia Moon. São Paulo: Giz,  2012.

Kaori tornou-se rapidamente um ícone no ambiente da dark fantasy brasileira. Isso porque, depois de aparecer com regularidade em antologias e coletâneas, chegou em 2012 ao seu terceiro romance, com boa aceitação de público e crítica – os dois primeiros são Kaori: Perfume de vampira (2009) e Kaori 2: Coração de vampira (2011), ambos publicados pela Giz Editorial. 
Não é para menos. Giulia Moon é uma das mais gratas revelações recentes da literatura fantástica nacional que, além de um texto enxuto, suave e envolvente, domina muito bem os protocolos do gênero.
Kaori é uma vampira secular, originária do Japão feudal que, por capricho do destino, veio morar em São Paulo. Ela é linda, sensual, imortal e feroz, e sua presença exala um perfume irresistível tanto aos homens quanto às mulheres. A maior parte de suas histórias se passa nos dias atuais, mas a autora decidiu inovar desta vez.
Kaori e o samurai sem braço é o que muita gente gosta de chamar de "prequela", anglicismo pavoroso que significa uma aventura que, cronologicamente, se passa antes da primeira história de uma série. Contudo, o romance inicia nos dias de hoje, com a sensual vampira fazendo uma visita a Takezo, um velho amigo de "profissão". Conversa vai, conversa vem, Kaori conta ao amigo uma história de sua juventude no Japão, quando ainda era ainda uma kyuketsuki (vampira, em japonês) selvagem e inexperiente. Ela lembra de como foi surpreendida por um terremoto violento e ficou presa sob os escombros de uma residência, e de como foi salva, praticamente destroçada, por um estranho e destemido vagabundo e sua acompanhante. Protegida e alimentada, ela recupera pouco a pouco sua consciência e vigor, para se ver enredada numa situação da qual não tinha como sair. Seu salvador era Kuroshima Kitarô, o lendário samurai maneta caçador de monstros, e sua serviçal mágica Omitsu, uma kistune, um ser da natureza misto de mulher e raposa. Kitarô tinha uma proposta irrecusável: ele quer que ela o ajude, durante um ano, a localizar um monstro muito pior, Shinku, um demônio transmorfo que matou sua família. Em troca, ele não acaba com a existência da vampira. Findo o acordo, Kitarô promete libertar Kaori. E se ela não aceitasse, morreria ali mesmo.
Enfraquecida e sem alternativa, Kaori aceita o acordo, mas o início da relação é tenso. Conforme o trio persegue o rastro de Shinku e enfrenta outros monstros pelo caminho, Kaori recupera suas forças, mas também percebe que Kitarô é honrado e a confiança começa a se estabelecer entre eles. No final, será preciso todo o habilidade, coragem e confiança destes três improváveis aliados para confrontar o poderoso e astuto Shiku.
O romance se desenvolve em forma episódica, com os trio de guerreiros enfrentando diversos demônios e monstros antes do confronto final com Shinku. Essas histórias funcionam como um espaço de desenvolvimento dos personagens e das relações de confiança e amor que vão se formando entre eles, mas nem por isso deixam de ser divertidas e, por muito pouco, não roubam o espetáculo, tal o carinho com que Giulia tratou cada uma delas. O romance, com certeza, não ficaria melhor sem elas.
Outro grande mérito de Kaori e o samurai sem braço é a cuidadosa pesquisa que a autora realizou sobre o ambiente japonês do século 18, seus cenários naturais, arquitetura e costumes, bem como os termos originais, devidamente explicados em notas de pé-de-página, que não deixam nada sem o devido esclarecimento, uma verdadeira viagem de Giulia Moon às suas origens étnica e cultural.
Além disso, o livro é decorado com belíssimas ilustrações realizadas pela própria autora, que é designer profissional e demonstra aqui toda a qualidade de sua arte, valorizada pela elegante produção gráfica do volume.
Posso afirmar que, sem dúvida alguma, ninguém está fazendo mais e melhor que Giulia Moon no que se refere à dark fantasy no Brasil. E, se tivermos sorte, podemos esperar muito mais de Kaori e de Giulia Moon nos próximos anos.

terça-feira, 2 de maio de 2023

HQ Memories 10

HQ Memories
é um fanzine de e sobre quadrinhos editado pelo cartunista Luigi Rocco sob a chancela do selo Inumanos Agrupados, dedicado a resgatar trabalhos e autores esquecidos dos quadrinhos brasileiros e estrangeiros. 
Esta edição, lançada ainda em abril de 2023, apresenta em 36 páginas os quadrinhos "A estátua do diabo", de Gutemberg, "Miguel Rei - Segunda aventura", de Getúlio Delphim, Paulo Hamasaki e Apa, "Raid sobre Ômega C-9", de Luís Diferr, "O Anjo: Todos os nossos caminhos" e "O Anjo: Tradições”, ambas de Arthur Garcia e João Pacheco, e uma reportagem em quadrinhos dobre o rapto do filho de Charles Lindbergh por V. T. Hamlin. 
A capa traz uma ilustração de Gutemberg Monteiro, colorizada posteriormente. Na contracapa, um episódio de "Coisas de futebol", de Edgard Herrero, publicado na Folha de S. Paulo em 1965.
Detalhes de cada trabalho apresentado podem ser conferidos no blogue da publicação, aqui
HQ Memories pode ser encomendado diretamente com o autor, pelo email luigirocco29@gmail.com.

segunda-feira, 1 de maio de 2023

Juvenatrix 246

Está disponível a edição de maio do fanzine eletrônico de horror e ficção científica Juvenatrix, editado por Renato Rosatti. 
Em doze páginas, traz contos de Kátia Oliveira dos Santos Andrade e de Caio Alexandre Bezarias, e resenhas aos filmes Sombras do terror (The terror, 1963), O castelo dos mistérios (You´ll find out, 1940), Sangue no farol (Tormented, 1960), A irmã de satanás (The she beast, 1966) e Sangue de vampiro (Blood of vampire, 1958), todas de autoria do editor. A capa reproduz o cartaz de divulgação do filme Sombras do terror.
Cópias em formato pdf podem ser obtidas pelo email renatorosatti@yahoo.com.br.