


Ao longo dos anos 1960 e 1970, Rodrigues desenhou de tudo um pouco, como o faroeste O Máscara de Prata e o policial O Carrasco. Na ficção fantástica, fez Maja, a Mulher Vampiro e Irina, a Bruxa, ambas no gênero do horror, e a ficção científica Fantar, além de uma bem realizada adaptação do romance de Júlio Verne, 20.000 léguas submarinas. Também produziu muitas histórias de super-heróis, mistério e guerra para as principais editoras de quadrinhos da época, tais como Taika, O Livreiro e GEP.
Durante a breve passagem dos personagens Marvel pela Bloch, no final dos anos 1970, Edmundo Rodrigues foi contratado pela editora como diretor de arte, prosseguindo com quadrinhos nacionais depois que os enlatados americanos foram para outras editoras, publicando histórias de Julio Shimamoto, Flavio Colin, Eduardo Ofeliano, Eugênio Colonnese, Antonino Homobono e muitos outros, nas revistas Drácula, Aventuras de Didi, Historias Reais de Lobisomem, Spectreman, Capitão Mistério, Mestre Kim, Sexta-Feira 13 e Clássicos de Pavor, entre outras.
Com o fim da Bloch, em 1993, Rodrigues abandonou os quadrinhos e continuou trabalhando com ilustração editorial e publicitária, mas manteve o contato com seus muitos fãs, inclusive pelas modernas redes sociais.
Edmundo Rodrigues faleceu no dia 10 de setembro, ao 77 anos de idade.
Fontes: Universo HQ e Tudo Variado.
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